
Esportes
Atacante do Vitória aciona Fortaleza na Justiça e cobra R$ 3,4 milhões
Jogador afirma que tentou resolver a situação de forma amigável antes de recorrer à Justiça; ação cobra salários, direitos de imagem, FGTS e verbas rescisórias

Foto: Victor Ferreira/EC Vitória
O atacante Marinho, atualmente no Vitória, move uma ação trabalhista contra o Fortaleza na qual cobra R$ 3,4 milhões. O valor, segundo o jogador, corresponde a pendências financeiras acumuladas durante o período em que defendeu o clube cearense.
De acordo com informação do GE, Na ação, apresentada à Justiça do Trabalho de Fortaleza, Marinho afirma que tentou solucionar o impasse por meio de negociações antes de recorrer ao Judiciário, mas as tentativas não avançaram. O atleta, que atuou pelo Tricolor entre 2023 e 2026, solicita o pagamento de salários, direitos de imagem, depósitos do FGTS e verbas rescisórias que considera devidos.
"Após o pagamento de apenas duas parcelas, o acordo deixou de ser honrado, acumulando meses de atraso, sem que houvesse qualquer retorno às tentativas de contato realizadas por sua equipe. Diante desse cenário, não restou outra alternativa senão encaminhar o caso ao seu advogado para a adoção das medidas cabíveis", explicou Marinho em nota.
Nota oficial do Marinho
Marinho esclarece que sempre buscou resolver essa situação com o Fortaleza de forma amigável.
O atleta procurou a atual diretoria do Fortaleza para construir um acordo, aceitou as condições propostas pelo próprio clube e assinou o contrato acreditando que ele seria integralmente cumprido.
No entanto, após o pagamento de apenas duas parcelas, o acordo deixou de ser honrado, acumulando meses de atraso, sem que houvesse qualquer retorno às tentativas de contato realizadas por sua equipe. Diante desse cenário, não restou outra alternativa senão encaminhar o caso ao seu advogado para a adoção das medidas cabíveis.
Marinho reforça que mantém respeito e gratidão pelo Fortaleza e por sua torcida. Também considera importante esclarecer que essa situação diz respeito exclusivamente ao acordo firmado com a atual gestão, não sendo justo atribuir qualquer responsabilidade a Marcelo Paz, que sempre agiu com honestidade e respeito durante o período em que trabalharam juntos.
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