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Esportes

Maratonista etíope teme voltar ao país após protestar com os braços

O etíope Feyisa Lilesa, 26 anos, afirmou não poder voltar para casa após protestar durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, que se encerrou na noite do último domingo (21). [Leia mais...]

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Foto : Reprodução/ Reuters

Por Luiza Leão no dia 22 de Agosto de 2016 ⋅ 17:45

O etíope Feyisa Lilesa, 26 anos, afirmou não poder voltar para casa após protestar durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, que se encerrou na noite do último domingo (21). O atleta teme ser morto ou preso. Após cruzar a linha de chegada e conquistar medalha de prata, o maratonista cruzou os braços acima da cabeça fazendo referência a um gesto utilizado por manifestantes em protesto contra o governo da Etiópia.

O maratonista repetiu o gesto durante a cerimônia de entrega de medalhas, que aconteceu na noite de encerramento olímpico, no Maracanã. De acordo com a agência de notícias AP, a emissora estatal do país não transmitiu os protestos de Feyisa Lilesa. À rede americana CNN, o ministro de Comunicações da Etiópia, Getachew Reda, afirmou que o maratonista é um herói e não precisa se preocupar com o retorno à Etiópia.

De acordo com a ONG Human Rights Watch, que administra violações contra os direitos humanos, aproximadamente 100 pessoas que realizaram protestos foram mortas no país no início do mês de agosto. Outros 500 manifestantes pacíficos foram assassinados desde novembro de 2015. Parte dessas mortes ocorreu na região em que Lilesa vive. De acordo com o atleta, as pessoas estão protestando contra a tomada de terras e recursos.

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