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Após denúncia sobre maconha Messi e seleção declaram guerra à imprensa

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Após denúncia sobre maconha Messi e seleção declaram guerra à imprensa

Depois de marcar um golaço e dar assistências na vitória por 3 a 0 sobre a Colômbia, em San Juan, Lionel Messi pediu a palavra e, em nome dos atletas da seleção argentina, declarou guerra aos jornalistas do país. O motivo: uma acusação na imprensa de que o atacante Ezequiel Lavezzi teria fumado maconha na concentração da equipe. [ Leia mais…]

Após denúncia sobre maconha Messi e seleção declaram guerra à imprensa

Foto: Foto reprodução

Por: André Teixeira no dia 16 de novembro de 2016 às 09:40

Depois de marcar um golaço e dar duas assistências na vitória por 3 a 0 sobre a Colômbia, em San Juan, Lionel Messi pediu a palavra durante a coletiva e em nome dos atletas da seleção argentina, declarou guerra aos jornalistas do país. O motivo: uma acusação na imprensa de que o atacante Ezequiel Lavezzi teria fumado maconha na concentração da equipe.

O comunicado foi feito por Messi, junto a todos os colegas e ao lado do próprio Lavezzi: “Olá, boa noite. Perdão, mas é curtinho. Preferimos olhar na cara antes de dar um comunicado... Como já sabem, porque aqui se sabe de tudo, estamos comunicando que não falaremos mais com a imprensa, obviamente vocês sabem o motivo. Recebemos muitas acusações e falta de respeito e nunca dissemos nada. Mas isso ultrapassa tudo. A acusação ao Pocho (Lavezzi) é muito grave e se não falamos nada vão acreditar que é assim.”, informou o jogador ao lado dos companheiros.

Acusação foi postada na terça-feira, pelo jornalista argentino Gabriel Anello, da Rádio Mitre, em seu Twitter. Dizia a nota:  “Lavezzi ficará fora do banco de reservas amanhã pelo cigarro de maconha que ele fumou à noite na concentração? Pergunto, só pergunto”, escreveu. Lavezzi se pronunciou e prometeu processar o jornalista. “Comunico por este meio que vou entrar com ações legais contra Gabriel Anello por suas falsas declarações contra minha pessoa e pelos graves danos que gerou a minha família e ao meu trabalho”, escreveu.

A “lei do silêncio” dos atletas será mantida até segunda ordem. A informação é da revista Veja.