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Guto prega respeito ao Galícia e comenta erros do Bahia diante do Paraná

O técnico Guto Ferreira falou sobre o desempenho da equipe do Bahia diante do Moto Club neste domingo (12), pela Copa do Nordeste, no estádio Castelão, no Maranhão. O tricolor venceu por 4 a 0 e garantiu a classificação antecipada para a próxima fase. Em entrevista exclusiva à Metrópole, única rádio baiana presente no estádio, o comandante do Esquadrão de Aço elogiou a atuação dos jogadores e afirmou que o resultado não foi fácil, embora extenso. [Leia mais...]

[Guto prega respeito ao Galícia e comenta erros do Bahia diante do Paraná]
Foto : Marinho Jr/Metropress

Por Matheus Simoni no dia 12 de Março de 2017 ⋅ 18:31

O técnico Guto Ferreira falou sobre o desempenho da equipe do Bahia diante do Moto Club neste domingo (12), pela Copa do Nordeste, no estádio Castelão, no Maranhão. O tricolor venceu por 4 a 0 e garantiu a classificação antecipada para a próxima fase. Em entrevista exclusiva à Metrópole, única rádio baiana presente no estádio, o comandante do Esquadrão de Aço elogiou a atuação dos jogadores e afirmou que o resultado não foi fácil, embora extenso.

Ele ainda pregou o respeito ao Galícia, lanterna do Baianão e próximo adversário do Bahia no próximo final de semana. "Não quer dizer nada o lugar na tabela. Todos os jogos você tem que procurar trabalhar e fazer dentro de campo. Hoje, no momento em que relaxamos um pouco, vocês viram o que aconteceu. Quem vê o resultado de 4 a 0 acha que o jogo foi fácil. Mas não foi fácil. Se tivesse sido fácil, o Jean não teria feito as defesas que fez. Futebol hoje está muito nivelado, não dá para você relaxar e bobear. É foco total o tempo todo", disse o treinador.

Ainda de acordo com Guto, diante do Paraná, na eliminação da Copa do Brasil, o Bahia não conseguiu encontrar o 'ponto mental' para garantir um resultado favorável ao tricolor baiano. "Tivemos um bom nível de intensidade contra o Paraná, onde criamos muitas chances e não conseguimos botar para dentro. Num vacilo, no momento em que demos uma bobeada, eles botaram para dentro. Aí a cabeça fica a um milhão por hora, você tendo que ser decisivo, equilibrar, com o adversário jogando dentro de casa, com casa cheia. Uma guerra. E nós não tivemos o ponto mental para buscar a reação e a reversão do quadro. O que vem pela frente é que isso deve servir de amadurecimento e para que a gente possa melhorar e crescer e, em momento algum, vacilar", declarou.

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