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Bellintani diz que ʹdisputas vão ficar nos tribunaisʹ: ʹBahia vai focar no futebolʹ
O presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, afirmou que o episódio que resultou na punição de três jogadores do tricolor não será mais tema a ser tratado pelo clube. "As disputas vão ficar dentro dos tribunais, o Bahia vai focar no futebol em campo e na estrutura do clube. [Leia mais...]

Foto: Matheus Simoni/ Metropress
O presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, afirmou que o episódio que resultou na punição de três jogadores do tricolor não será mais tema a ser tratado pelo clube. "As disputas vão ficar dentro dos tribunais. o Bahia vai focar no futebol em campo e na estrutura do clube. Da nossa parte, esse assunto vai tomar o menor espaço possível na nossa agenda", garantiu, durante entrevista ao Jornal da Cidade Segunda Edição, na Rádio Metrópole, nesta sexta-feira (2).
No entanto, o dirigente não perdeu a oportunidade de criticar as punições impostas ao Vitória após julgamento no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-BA), consideradas por ele como brandas.
"O julgamento desta semana foi atípico. Não falo nem defendendo os nossos interesse, mas de forma técnica. O Vitória foi condenado a uma muta de R$ 100 mil sem ter um agente responsabilizado, culpado. Na minha opinião, mostra uma anomalia técnica no julgamento", criticou.
Sobre os jogadores punidos do Esquadrão, ele defendeu o time, mas disse entender que as penas "foram justas". "Por mais que tenham sido atletas que entraram em campo posteriormente para separar e para ter uma reação – eu não estou justificando isso. Eles entraram de forma desmedida no momento da briga", afirmou.
O volante Edson e o zagueiro Rodrigo Becão, que participaram da briga no Ba-Vi, no dia 18 de fevereiro, no Barradão, foram condenados a oito jogos de suspensão. Além do pivô do tumulto, o meia Vinícius, que pegou um gancho de duas partidas, por comemorar em frente à torcida rubro-negra com gestos obscenos.
Do lado do Leão, o zagueiro Kanu foi punido com dez jogos de suspensão, além do atacante Denilson, os meias Rhayner e Yago, com oito jogos fora do torneio cada.
O comandante tricolor garantiu ainda que não há hipótese de o clube abandonar o certame. "Hora nenhuma eu disse que o Bahia sairia do Campeonato Baiano. Disse que repensaria a sua particiipação, refletiria, o que de fato fizemos. Reunimos o conselho e decidimos continuar. Não faz sentido boicotar, simplesmente pelo ato do boicote", disse.
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