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Lula e Putin expressam "interesse mútuo em aprofundar ainda mais a parceria estratégica" em relação ao BRICS

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Lula e Putin expressam "interesse mútuo em aprofundar ainda mais a parceria estratégica" em relação ao BRICS

Na última quinta-feira (6), a presidente do banco dos Brics e ex-presidente da Repúbica, Dilma Rousseff, esteve com Vladimir Putin, que, na ocasião, elogiou a gestão de Dilma: "Estou feliz que temos uma oportunidade de continuar nosso diálogo. Este ano, o Banco dos Brics conseguiu fazer muita coisa sob sua liderança"

Lula e Putin expressam "interesse mútuo em aprofundar ainda mais a parceria estratégica" em relação ao BRICS

Foto: José Cruz/Agência Brasil - Kremlin

Por: Metro1 no dia 10 de junho de 2024 às 16:21

Atualizado: no dia 10 de junho de 2024 às 16:30

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente russo Vladimir Putin conversaram nesta segunda-feira (10) via telefone sobre a relação entre os países no BRICS e no G20, que são presididos, respectivamente, pela Rússia e pelo Brasil. 

O governo russo afirmou que Lula e Putin concordaram em estreitar a relação e a comunicação sobre o BRICS e o G20: “foi expressado um interesse mútuo em aprofundar ainda mais a parceria estratégica, que está se desenvolvendo com sucesso, entre a Rússia e o Brasil”.

Na última quinta-feira (6), a presidente do banco dos Brics e ex-presidente da Repúbica, Dilma Rousseff, esteve com Vladimir Putin, antes do início do Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (SPIEF). No encontro, Putin elogiou a gestão de Dilma. "Estou feliz que temos uma oportunidade de continuar nosso diálogo. Este ano, o Banco dos Brics conseguiu fazer muita coisa sob sua liderança. Pela primeira vez, ele mostrou um lucro líquido significativo e está essencialmente se recuperando", disse o presidente da Rússia.

No X, antigo Twitter, a ex-presidente brasileira agradeceu o apoio russo e ressaltou a importância da conexão entre os países pertencentes ao bloco. “Precisamos de uma economia multipolar com novos centros que possam ajudar a suportar choques e crises globais. Isso permitirá reduzir o risco de instabilidade econômica global causada por problemas nas grandes economias”, escreveu.