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Ataques de EUA e Israel ao Irã deixaram 201 mortos, diz mídia iraniana

Internacional

Ataques de EUA e Israel ao Irã deixaram 201 mortos, diz mídia iraniana

Saldo de mortos é resultado de operação militar conjunta entre Estados Unidos e Israel contra território do Irã

Ataques de EUA e Israel ao Irã deixaram 201 mortos, diz mídia iraniana

Foto: Reprodução/Redes sociais

Por: Metro1 no dia 28 de fevereiro de 2026 às 17:34

A operação militar conjunta entre as forças dos Estados Unidos e de Israel contra o território do Irã nas primeiras horas deste sábado (28) já deixou 201 mortos e pelo menos 747 pessoas feridas, de acordo com a imprensa iraniana com base em informações da rede humanitária Crescente Vermelho.

Após explosões serem registradas na capital Teerã e em outras cidades iranianas, o país anunciou ter disparado mísseis contra Israel e ter bombardeado diversas instalações dos EUA no Oriente Médio como forma de retaliação que, segundo a Guarda Revolucionária do Irã, não será interrompida  “até que o inimigo seja definitivamente derrotado.”

As forças militares dos Estados Unidos informaram que nenhum militar americano ficou ferido na ação. O governo afirmou ainda que os danos às bases dos EUA no Oriente Médio, após a retaliação iraniana, foram “mínimos”. Em Israel, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, disse que as forças do país destruíram o complexo de Khamenei — chefe de estado do Irã — e que há indícios de que ele tenha morrido.

EUA e Israel contra o Irã
O presidente Donald Trump defendeu a ofensiva, sustentando que a prioridade é a proteção dos cidadãos norte-americanos. No mesmo sentido, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que a cooperação bélica com os EUA visa proporcionar liberdade para que o “povo iraniano tome as rédeas do seu destino.”

Brasil condena ataque
O Governo brasileiro condedou e expressou "grave preocupação" com os ataques. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, "os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região."