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Netanyahu diz que há muitos indícios de que Khamenei "não existe mais"

Internacional

Netanyahu diz que há muitos indícios de que Khamenei "não existe mais"

Irã negou que Khamenei tivesse morrido, mas não apresentou nenhuma prova de sua sobrevivência

Netanyahu diz que há muitos indícios de que Khamenei "não existe mais"

Foto: Alan Santos/PR

Por: Metro1 no dia 28 de fevereiro de 2026 às 18:05

Após a operação militar conjunta entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã neste sábado (28), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que as forças de defesa do país teriam conseguido destruir o complexo de segurança do líder iraniano, aiatolá  Ali Khamenei. Netanyahu foi além, sugerindo que existem evidências indicando a provável morte de Khamenei em decorrência do bombardeio.

"Há muitos sinais" de que o líder "não está mais entre nós", diz  Netanyahu, que declarou ainda 
que a ofensiva matou comandantes da Guarda Revolucionária do Irã e altos funcionários ligados ao programa nuclear iraniano. Segundo ele, "milhares de alvos" serão atacados nos próximos dias.

Mesmo com a declaração do primeiro-ministro de Israel, o Irã negou que Khamenei tivesse morrido, mas não apresentou nenhuma prova de sua sobrevivência. Ainda neste sábado, o chanceler Abbas Araghchi disse que Khamenei tinha sobrevivido "pelo que ele sabia", e que os funcionários de alto escalão também estão vivos. "Todos os oficiais de alto escalão estão vivos,” disse.

Mortos na operação
Segundo a imprensa iraniana, com base em informações da rede humanitária Crescente Vermelho, os ataques já deixaram 201 mortos e pelo menos 747 pessoas feridas. A investida militar contra o Irã ocorreu após semanas de negociações tensas e pressão dos EUA para que Teerã encerrasse seu programa nuclear. As forças dos Estados Unidos informaram que nenhum militar americano ficou ferido na ação e que os danos às bases dos EUA no Oriente Médio, após a retaliação iraniana, foram “mínimos”. 

Declarações de Trump
Em declarações recentes, Trump afirmou que jamais permitiria que o Irã tivesse arma nuclear. "[Os iranianos]foram avisados ​​para não fazerem mais nenhuma tentativa de reconstruir seu programa de armas, em particular armas nucleares", disse o presidente republicano na última terça-feira (24).  

Após o ataque, Trump justificou a ofensiva militar contra o Irã como uma medida necessária para a segurança dos cidadãos dos EUA. “Nosso objetivo é defender os norte-americanos eliminando ameaças iminentes do regime iraniano, um grupo cruel, de pessoas terríveis e duras”, afirmou, através da sua rede social.