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Trump convoca fabricantes de armas para reunião na Casa Branca em meio à guerra contra o Irã
Presidente dos EUA cobra aumento na produção militar e critica gestão de Joe Biden por suposto esvaziamento de estoques

Foto: The White House Gallery
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai participar de uma reunião nesta sexta-feira (6) com fabricantes de armas na Casa Branca. O encontro ocorre em meio à guerra dos EUA e por Israel contra o Irã e após Trump afirmar que não está satisfeito com o nível atual de estoques de armamentos de ponta do país.
A informação sobre a reunião foi confirmada à imprensa por um funcionário da Casa Branca. No texto, Trump tem reiterado que empresas contratadas pelo governo precisam cumprir prazos e cronogramas de produção, priorizando os interesses da "segurança nacional da América".
Durante o encontro, o presidente deve reforçar a cobrança para que as companhias ampliem a fabricação de equipamentos militares. A ideia, segundo o assessor, é garantir o fornecimento adequado de armamentos para as Forças Armadas americanas.
A reunião foi convocada após Trump afirmar, na madrugada de terça-feira (3), que o estoque de armas de alta tecnologia está em um nível “bom”, mas ainda abaixo do que considera ideal. Na ocasião, ele disse que parte desse armamento está armazenada em países vizinhos.
O republicano voltou a responsabilizar o ex-presidente Joe Biden pela situação. Trump afirmou que seu antecessor teria gasto recursos ao enviar equipamentos militares para a Ucrânia e criticou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenski, a quem chamou de “P. T. Barnum”, em referência ao showman do século 19 P. T. Barnum.
Trump também acusou Biden de ter distribuído equipamentos militares “de graça” sem repor os estoques. “Felizmente, eu reconstruí as Forças Armadas no meu primeiro mandato e continuo fazendo isso”, afirmou.
O conflito entre EUA e Israel contra o Irã chegou ao sexto dia. Segundo autoridades iranianas, ao menos 1.230 pessoas morreram desde o início dos confrontos. Do lado americano, seis militares tiveram as mortes confirmadas.
A situação política no Irã também gera incertezas após a morte do líder supremo Ali Khamenei, atingido em um ataque israelense no primeiro dia da guerra. Entre os nomes cotados para sucedê-lo está seu filho, o clérigo conservador Mojtaba Khamenei, que atuava nos bastidores do governo do pai.
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