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Trump diz que guerra no Irã vai terminar "bem rápido", mas que EUA ainda não "venceram o bastante"

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EUA investigam possível ativação de “células adormecidas” ligadas ao Irã
Autoridades americanas suspeitam que mensagem criptografada enviada por Teerã possa incentivar ataques fora do país

Foto: Reprodução/Canva
O governo dos Estados Unidos está acompanhando indícios de uma possível mobilização de agentes secretos e “células adormecidas” ligadas ao Irã em diferentes partes do mundo. A suspeita surgiu após autoridades americanas interceptarem uma transmissão criptografada que poderia ter sido enviada por Teerã para ativar esses grupos, segundo reportagem da emissora ABC News.
De acordo com a rede de TV, fontes ligadas ao governo do presidente Donald Trump afirmam que a mensagem codificada teria sido direcionada a células secretas associadas às forças iranianas, que estariam preparadas para realizar ataques pontuais ou atentados em território estrangeiro.
A transmissão teria sido enviada para diferentes regiões do mundo logo após a morte do ex-líder supremo iraniano Ali Khamenei. Na segunda-feira (9), o próprio Trump afirmou que o governo americano está “muito atento” à possibilidade de o Irã ter ativado essas chamadas células adormecidas.
Segundo a ABC News, autoridades da Casa Branca também enviaram um comunicado a agências de inteligência e segurança alertando para o risco de mobilização desses grupos.
No documento, o governo americano avalia que as transmissões interceptadas podem ter como objetivo “ativar ou orientar agentes adormecidos previamente posicionados fora do país de origem”. O alerta também orienta órgãos de inteligência a monitorar comunicações em frequências de rádio provenientes do Irã.
O alerta surge em meio à escalada de tensão entre Estados Unidos, Israel e Irã no Oriente Médio. Embora Trump tenha declarado recentemente que o conflito estaria “quase concluído”, ele voltou a ameaçar Teerã com ataques “20 vezes maiores” caso o país continue bloqueando a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz.
Em resposta, a Guarda Revolucionária Iraniana afirmou que o conflito só terminará quando o próprio Irã decidir. Já o chefe do Conselho de Segurança do país, Ali Larijani, também reagiu às declarações do presidente americano.
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