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Brasil, México e Espanha cobram respeito à soberania de Cuba e ampliam ajuda humanitária
Internacional
Brasil, México e Espanha cobram respeito à soberania de Cuba e ampliam ajuda humanitária
Comunicado conjunto defende direito internacional e pede solução diplomática para crise na ilha

Foto: Divulgação/Itamaraty
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgou neste sábado (18) uma declaração conjunta com México e Espanha na qual os três países defendem o respeito à soberania de Cuba e anunciam a ampliação da ajuda humanitária ao país.
O comunicado não cita diretamente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas ocorre em meio a declarações recentes do norte-americano sobre a possibilidade de novas ações contra a ilha caribenha.
No texto, os governos afirmam a necessidade de respeito ao direito internacional e à soberania dos Estados, além de defenderem uma solução pacífica para a crise cubana. Também se comprometem a intensificar o envio de assistência humanitária diante do agravamento da situação social e econômica no país.
A medida é uma resposta à crise em Cuba, marcada por apagões, falta de combustíveis e dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, que têm agravado as condições de vida da população.
Os três países também defendem a abertura de um diálogo “sincero e respeitoso” como caminho para uma solução duradoura, com foco na autonomia do povo cubano para decidir seu próprio futuro.
"[Brasil, México e Espanha] expressam sua profunda preocupação com a grave crise humanitária que afeta o povo cubano e instam para que sejam tomadas as medidas necessárias para aliviar essa situação e prevenir ações que agravem as condições de vida da população ou contrárias ao direito internacional. Comprometem-se a intensificar a resposta humanitária coordenada, visando a aliviar o sofrimento do povo cubano", afirmou o Itamaraty.
Em paralelo, o presidente Lula criticou recentemente líderes internacionais que, segundo ele, recorrem a ameaças e conflitos em vez da diplomacia, além de questionar a atuação de organismos multilaterais como a ONU, que considera enfraquecidos diante das tensões globais.
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