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Irã alerta EUA sobre possível retomada de conflito e diz que não abrirá mão de direitos, afirma parlamentar
Autoridades iranianas elevam o tom em meio a negociações diplomáticas e avisam que resposta seria “mais devastadora” em caso de nova escalada

Foto: Canva Imagens
O presidente do Parlamento do Irã e principal negociador do país, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou neste sábado (23) que Teerã não abrirá mão de seus direitos e advertiu os Estados Unidos sobre as consequências de uma eventual retomada do conflito.
A declaração foi feita durante reunião com o chefe do Exército do Paquistão, Asim Munir, em Teerã, em meio a esforços diplomáticos para evitar uma nova escalada no Oriente Médio.
Segundo relatos da imprensa internacional, Ghalibaf afirmou que as Forças Armadas iranianas reforçaram suas capacidades militares durante o atual cessar-fogo. Ele também declarou à TV estatal que, caso os Estados Unidos retomem a guerra, a resposta será “mais devastadora e amarga”.
A visita de Asim Munir ocorre em um momento sensível das negociações regionais. Na sexta-feira (22), ele também se reuniu com o presidente iraniano Masoud Pezeshkian e com o chanceler Abbas Araghchi.
O Paquistão tem atuado como intermediário nas conversas entre Teerã e Washington, transmitindo mensagens diplomáticas e ajudando a manter canais de diálogo abertos.
As tensões aumentaram após os Estados Unidos, presididos por Donald Trump, rejeitarem uma proposta iraniana para encerrar o conflito. Segundo relatos, o plano foi considerado insuficiente pela Casa Branca.
Em meio ao impasse, o governo iraniano reforçou discursos internos de mobilização e defesa, enquanto cresce a preocupação internacional com uma possível escalada envolvendo rotas estratégicas como o Estreito de Ormuz.
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