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Terremoto de magnitude 6,1 atinge Afeganistão e Paquistão; não há registro de vítimas

Internacional

Terremoto de magnitude 6,1 atinge Afeganistão e Paquistão; não há registro de vítimas

Tremor foi sentido em Cabul, Islamabad e outras regiões dos dois países; moradores relataram momentos de pânico

Terremoto de magnitude 6,1 atinge Afeganistão e Paquistão; não há registro de vítimas

Foto: Reprodução/ Centro Nacional de Centro Nacional de Sismologia (NCS) da Índia

Por: Metro1 no dia 27 de junho de 2026 às 16:30

Um terremoto de magnitude 6,1 atingiu o nordeste do Afeganistão neste sábado (27) e foi sentido em diversas regiões do país, além do norte do Paquistão. Até o momento, não há informações oficiais sobre mortos, feridos ou danos materiais.

Segundo o Centro Sismológico Euro-Mediterrânico (EMSC), o abalo ocorreu na região montanhosa do Hindu Kush, área conhecida pela intensa atividade sísmica. O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) também registrou magnitude 6,1 e informou que o epicentro foi localizado a mais de 208 quilômetros de profundidade.

O tremor foi sentido em províncias do leste afegão, como Khost e Nangarhar, além de Islamabad, capital do Paquistão.

No distrito de Swat, na província paquistanesa de Khyber Pakhtunkhwa, moradores relataram momentos de pânico. "Foi muito forte aqui em Swat e durou bastante tempo. As pessoas saíram de suas casas, e mulheres e crianças foram vistas chorando em pânico", afirmou o morador Daniyal Ahmad à agência Reuters.

Região tem histórico de fortes terremotos

O Hindu Kush está entre as regiões mais suscetíveis a terremotos por estar localizado em uma zona de encontro entre placas tectônicas. O movimento dessas placas provoca o acúmulo de energia na crosta terrestre, que é liberada na forma de ondas sísmicas.

Esse mesmo fenômeno explica a frequência de grandes terremotos em países como Chile, Japão e nas áreas do Himalaia.

O novo tremor ocorre poucos dias após os fortes terremotos que atingiram a Venezuela, provocando centenas de mortes, milhares de feridos e deixando um rastro de destruição. Apesar dos avanços no monitoramento sísmico, especialistas destacam que ainda não é possível prever com precisão quando um terremoto ocorrerá ou qual será sua intensidade.