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Marco Rubio diz que EUA manterão pressão sobre Cuba e cobram reformas

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Marco Rubio diz que EUA manterão pressão sobre Cuba e cobram reformas

Secretário de Estado afirma que governo americano seguirá adotando medidas contra o regime cubano e cobra mudanças políticas e econômicas

Marco Rubio diz que EUA manterão pressão sobre Cuba e cobram reformas

Foto: Divulgação/The White House

Por: Metro1 no dia 11 de julho de 2026 às 14:26

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, voltou a adotar um tom duro contra o governo de Cuba neste sábado (11). Em declaração divulgada pelos cinco anos dos protestos de 11 de julho de 2021, o chefe da diplomacia norte-americana afirmou que Washington continuará utilizando "todas as ferramentas à sua disposição" para pressionar o regime cubano.

Segundo Rubio, o presidente Donald Trump e sua administração defendem um futuro de maior prosperidade para a população cubana, mas condicionam qualquer avanço nas relações entre os dois países à implementação de reformas políticas e econômicas por parte do governo de Havana.

O secretário afirmou ainda que os Estados Unidos chegaram a oferecer apoio para a reconstrução da ilha e uma nova relação bilateral, desde que o governo cubano promovesse mudanças que ampliassem as liberdades políticas e favorecessem o crescimento econômico.

Na declaração, Rubio também classificou Cuba como uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos. De acordo com ele, o país mantém relações com adversários estratégicos de Washington e permite atividades militares e de inteligência próximas ao território norte-americano.

As declarações ocorrem em meio ao aumento das tensões entre Washington e Havana desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca. Filho de imigrantes cubanos, Rubio tem liderado a política de endurecimento em relação ao governo de Miguel Díaz-Canel, defendendo o fortalecimento das sanções e da pressão diplomática sobre a ilha.

O cenário também coincide com o agravamento da crise em Cuba. Nos últimos dias, o país voltou a registrar um colapso em sua rede elétrica, deixando milhões de pessoas sem energia, enquanto os Estados Unidos ampliaram as sanções contra Havana, citando a aproximação do governo cubano com países como China, Rússia e Irã.