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Bonança depois da tempestade: Charles do Bronx está de volta aos holofotes
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Bonança depois da tempestade: Charles do Bronx está de volta aos holofotes
Charles do Bronx dá a volta por cima após período difícil no UFC e pode disputar o cinturão dos leves novamente

Foto: PIX IMAGES - Folhapress
Matéria publicada originalmente no Jornal Metropole em 12 de março de 2026
O Brasil volta a sonhar com seu filho mais carismático no UFC. Depois de perder o cinturão do peso-leve na pesagem para a luta contra Justin Gaethje, em 2022, Charles “do Bronx” Oliveira viveu um período de inconstância em sua carreira. Porém, a conquista do cinturão BMF, ou seja, o de mais casca-grossa do UFC, após derrotar Max Holloway em seu último combate, sábado passado (7), mostrou para o mundo que o brasileiro ainda tem muita lenha para queimar.
Holloway é uma das maiores estrelas do MMA e era o favorito para o confronto. O que ninguém esperava é que o autoproclamado “melhor boxeador do UFC” fosse completamente dominado por Charles durante 25 minutos. A performance do brasileiro levantou a possibilidade de disputar o cinturão linear da categoria já na sua próxima luta.
A derrota para o duplo campeão Islam Makhachev, em 2022, marcou, para muitos, o fim do auge de Charles. Em junho de 2025, Charles foi brutalmente nocauteado pela estrela em ascensão Ilia Topuria, que permanece invicto no esporte e também como duplo campeão do UFC. O brasileiro revelou que, após esse confronto, pensou em se aposentar, tamanho foi o choque da derrota.
A tempestade começou a ceder após a vitória avassaladora contra o polonês Mateusz Gamrot, um dos mais bem ranqueados da divisão. Em seguida, o “Leão Embaçado” deixou claro que não pretende pendurar as luvas tão cedo e prometeu se tornar campeão novamente. O confronto com Holloway encerrou o ciclo de inconstância, pois finalmente ele conseguiu duas vitórias seguidas, após cinco lutas sem realizar o feito. Esta última disputa revelou, talvez, uma nova faceta de Oliveira, mais dominante, seguro e que corre menos riscos. Isto pode ser a chave para voltar a ser campeão: apostar mais no seu jiu-jitsu.
Recorde e legado
Aos 36 anos, o capital de Oliveira no UFC cresceu ainda mais com a vitória no sábado. Além de já ter sido campeão, é o segundo lutador que mais venceu na história da instituição e o maior finalizador de todos os tempos, com 21 finalizações. A sequência de 11 triunfos seguidos também é um dos grandes marcos de sua carreira. Reconquistar o cinturão contra o atual campeão Ilia Topuria pode ser mais um grande capítulo da sua carreira. A estatística joga ao seu lado, afinal, Charles jamais foi derrotado em uma revanche.
Raposa e Galo
A briga generalizada na final do Campeonato Mineiro entre Cruzeiro e Atlético repercutiu no Brasil inteiro. Se por um lado, as “cenas lamentáveis” frustraram os amantes do futebol, por outro, elas maravilharam os saudosos pelo folclórico “futebol raíz”. Uma coisa é certa, ao vencer o campeonato, os jogadores da Raposa se mostraram bons de bola e bons de briga.
Tombo e susto
Pela primeira vez na carreira, a skatista Rayssa Leal não figurou no pódio do mundial. Após cair e lesionar o joelho durante a tentativa de uma manobra, a Fadinha, como ela é também conhecida, não só naufragou na competição como também deixou milhões de brasileiros preocupados. Por sorte, a atleta confirmou que o tombo foi “só um susto”.
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