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Hillary ou Trump? Americanos escolhem nesta terça novo presidente

Quase 120 milhões de americanos decidem nesta terça-feira (8) quem será o novo presidente dos Estados Unidos. Na disputa, Donaldo Trump, do Partido Republicano, e Hillary Clinton, do Partido Democrata, que lutam nas urnas com uma margem estreita de diferença na intenção de votos. [Leia mais...]

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Foto : Reprodução/ Blasting News

Por Matheus Morais no dia 08 de Novembro de 2016 ⋅ 09:04

Quase 120 milhões de americanos decidem nesta terça-feira (8) quem será o novo presidente dos Estados Unidos. Na disputa, Donaldo Trump, do Partido Republicano, e Hillary Clinton, do Partido Democrata, que lutam nas urnas com uma margem estreita de diferença na intenção de votos. Segundo um levantamento feito pelo jornal The Washington Post, Hillary já teria ultrapassado os 270 votos, que é o número de delegados necessários para assegurar a presidência. De acordo com o jornal, a tendência é de que Hillary alcance 275 votos do colégio eleitoral. Mas os democratas estão reagindo com cautela e evitam  manifestações de otimismo.

O vencedor das eleições para a presidência dos Estados Unidos será anunciado oficialmente em 6 de janeiro de 2017, após um complicado sistema de contagem de votos do colégio eleitoral. Mas é possível que, já hoje à noite, a imprensa esteja antecipando o nome do vencedor. O novo presidente, que também comandará as  forças armadas dos Estados Unidos, mudará para a Casa Branca a partir de 20 de janeiro de 2017.

Em recente visita a Bahia, em agosto de 2016, o cônsul dos Estados Unidos no Rio de Janeiro, James Story, veio à Salvador comemorar os 75 anos da escola de idiomas Acbeu. Na oportunidade o diplomata falou sobre a eleição do novo presidente americano, disputada de maneira mais intensa entre Hillary Clinton e Donald Trump. Segundo Story a decisão que acontece nesta terça-feira (8) não vai influenciar na relação entre o país e o Brasil, consolidada há anos. "Temos uma parceria estreita e profunda que aborda vários temas. É uma relação tão forte, que não importa quem governe lá ou aqui, não vamos sofrer mudanças", afirmou.

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