Mundo

Cazaquistão nega existência de pneumonia mortal 

"As afirmações "da mídia chinesa não correspondem à realidade", afirmou nesta sexta-feira o ministério cazaque da Saúde

[Cazaquistão nega existência de pneumonia mortal ]
Foto : TV Brasil

Por Alexandre Galvão no dia 10 de Julho de 2020 ⋅ 19:30

O Cazaquistão negou hoje (10) a ocorrência de uma pneumonia causada por um vírus letal. A informação anterior foi divulgada pela embaixada chinesa, que alertava para um perigo maior do que o causado pela Covid-19. 

Em uma mensagem enviada a seus cidadãos, a embaixada chinesa em Nur-Sultan, capital do país, advertiu na quinta-feira contra uma nova doença com "índice de mortalidade de longe superior à Covid-19", que teria provocado, segundo o texto, 1.772 mortes nos seis primeiros meses de 2020 e "628 apenas em junho".

O comunicado citava inicialmente uma "pneumonia cazaque", mas depois o termo foi substituído por "pneumonia não Covid". "As afirmações "da mídia chinesa não correspondem à realidade", afirmou nesta sexta-feira o ministério cazaque da Saúde, sem uma referência ao comunicado da embaixada chinesa.

O ministério mencionou pacientes registrados como afetados por pneumonia e não pelo novo coronavírus, apesar dos sintomas, pois os testes de Covid-19 foram negativos.

No nota, o país registra oficialmente até esta sexta-feira 57.747 casos e 264 mortes, mas como seus vizinhos da Ásia central é acusado por observadores e ONGs de minimizar a dimensão da pandemia.

Notícias relacionadas

[Beirute: explosão abriu cratera de 43 metros de profundidade]
Mundo

Beirute: explosão abriu cratera de 43 metros de profundidade

Por Kamille Martinho no dia 09 de Agosto de 2020 ⋅ 14:00 em Mundo

A explosão que aconteceu na última terça-feira (4) deixou mais de 300.000 pessoas desabrigadas e causando mais de 150 mortes e 6.000 feridos, além de dezenas de desaparec...

[Mortes por explosão em Beirute sobem para 154]
Mundo

Mortes por explosão em Beirute sobem para 154

Por Kamille Martinho no dia 07 de Agosto de 2020 ⋅ 16:40 em Mundo

O ministro Hamad Hasan disse que uma em cada cinco, das 5 mil pessoas feridas na explosão de terça-feira (4), precisou de hospitalização e 120 estavam em estado crítico