Sexta-feira, 01 de julho de 2022

Polícia

Mais dois investigados na Operação Rochedo se entregam na sede PF, em Salvador

Também houve a apreensão de aeronave registrada em nome de empresa do ex-prefeito de Ibtitá, Cafu (PSD), que foi preso na quinta (05); operação investiga esquema de lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos federais repassados ao município de Ibititá

Mais dois investigados na Operação Rochedo se entregam na sede PF, em Salvador

Foto: Divulgação PF

Por: Metro1 no dia 07 de maio de 2022 às 16:00

Mais dois investigados na Operação Rochedo se apresentaram na tarde deste sábado (05) na Superintendência da Polícia Federal na Bahia, em Salvador, e tiveram cumpridos os mandados de prisão temporária decretados pela 2ª Vara Federal nesta capital. 

Assim, ao todo são cinco presos até o momento em decorrência da Operação Rochedo, que apura um esquema de lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos federais repassados ao município de Ibititá, no sudoeste baiano, durante as gestões do ex-prefeito Edicley Souza Barreto, conhecido como Cafu (PSD). 

Segundo a PF, o esquema envolveria recursos captados no período de 2013 a 2020, oriundos de verbas enviadas pelo Governo Federal destinadas à educação. A organização desviou mais de R$ 7 milhões durante as gestões do ex-prefeito de Ibititá, Cafu, através de licitações fraudulentas, superfaturamento de contratos e lavagem de dinheiro.

Na tarde de sexta (06), após audiência de custódia, as três primeiras prisões realizadas na última quinta-feira (05) foram mantidas pela Justiça Federal, dentre as quais a do ex-gestor da Prefeitura de Ibititá (BA) entre 2013 e 2020. Também foi divulgada apreensão de aeronave, registrada em nome de empresa do ex-gestor. Vale registrar que as contas da Prefeitura Municipal de Ibititá do exercício de 2020 foram rejeitadas pelo TCM (Tribunal de Contas do Município).  

Além de preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo, o ex-gestor se encontra cumprindo mandado de prisão temporária na sede da Polícia Federal em Salvador. Juntamente com os outros quatro presos, responde por fraude a licitações, superfaturamento de contratos, desvio de recursos, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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