
Política
Durante debate, Onyx Lorenzoni afirma não ter se vacinado contra a Covid-19
Segundo o candidato ao governo do Rio Grande do Sul, ele não confia nos imunizantes, apesar de já ter sido infectado pela doença duas vezes

Foto: Reprodução/ Valter Campanato/ Agência Brasil
Durante o debate que ocorreu, nesta sexta-feira (14), entre os candidatos ao governo do Rio Grande do Sul na Rádio Gaúcha, o deputado federal Onyx Lorenzoni (PL) declarou que apesar de ter sido infectado duas vezes pela Covid-19, ele optou por não tomar a vacina contra o coronavírus.
No início do segundo bloco, por conta da atual campanha de vacinação nacional contra a poliomielite, o tópico de imunização foi introduzido pela jornalista que conduzia o momento, Kelly Matos.
Diante disso, o candidato do PSDB ao governo, Eduardo Leite, em sua fala sobre como considera de extrema importância a conscientização da população sobre a vacinação, destacou como os políticos devem “dar o exemplo ao povo”.
"É importante dar o exemplo, e a gente precisa defender as vacinas e a ciência. A gente não vê isso por parte de todas as lideranças políticas [...] Tomar a vacina e exibir isso claramente às pessoas. Eu não sei se o meu adversário tomou a vacina para poder dar um exemplo importante para a população", disse o psdbista, se referindo ao imunizante contra a Covid-19.
Em seguida, a mediadora do debate, Andressa Xavier, relembrou uma declaração que Onyx havia feito anteriormente sobre sua visão negativa da utilização das vacinas contra o coronavírus.
Após o comentário, o deputado federal admitiu que não fez questão de se vacinar, já que não confia nos imunizantes disponíveis contra a Covid-19. Confuso com a afirmação do adversário, Eduardo Leite então aproveitou o momento para o questionar se as vacinas não eram cientificamente seguras.
"Não tomei [a vacina] e é uma escolha minha. Esta é uma decisão de cada um. Consulte o seu médico, eu consultei o meu.", afirmou Onyx.
Por conta do comentário, Andressa Xavier frisou que antes dos imunizantes serem aplicados na população, eles foram liberados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
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