Política
Alckmin diz que não há definição sobre chapa presidencial e que Haddad é ótimo candidato em SP

Apesar de Luciano Cavalcante não ser diretamente um servidor vinculado ao gabinete do presidente da Câmara, ele estava alocado no Partido Progressistas

Foto: Reprodução/Instagram
Uma lista encontrada pela Operação Hefesto indica que Luciano Cavalcante, assessor de Arthur Lira (PP), realizava pagamento relacionados com a vida política e pessoal do presidente da Câmara dos Deputados. Dentre os itens, estavam pedidos de compra de bebidas alcoólicas, consertos de carros e compra de um chuveiro.
Apesar de Luciano não ser diretamente um servidor vinculado ao gabinete do presidente da Câmara, ele estava alocado no Partido Progressistas, tendo uma atuação direta com Lira. Com a ação da Polícia Federal, o assessor terminou exonerado.
O documento foi encontrado pela Polícia Federal enquanto investigava os supostos desvios relacionados ao kit robótica. O caso foi encaminhado para o Supremo Tribunal Federal (STF) após a PF encontrar citações ao presidente da Câmara. A lista consta com ao menos R$ 650 mil pagos à pedidos de “Arthur”.
A defesa de Lira se manifestou por meio de nota. "Toda movimentação financeira e pagamentos de despesas do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, seja realizada por ele e, às vezes, por sua assessoria, tem origem nos seus ganhos como agropecuarista e na remuneração como deputado federal", afirmou.
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