
Política
“O Exército não tem que ser enaltecido por cumprir a lei. É obrigação”, diz comandante
Em entrevista ao G1, o atual comandante afirmou que a instituição não corroborou com nenhuma trama golpista envolvendo as eleições de 2022

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
O comandante do Exército, o general Tomás Paiva, afirmou que a instituição não concordou com nenhuma atitude que envolvesse um golpe de Estado após as eleições do ano passado. A declaração foi feita ao G1 neste sábado.
De acordo com o general, ele poderia assegurar o que seu antecessor na chefia, Marco Antônio Freire Gomes, também não aceitou nenhum golpe. Suas falas vem após a repercussão da delação do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), Mauro Cid, que disse ter presenciado reuniões entre o ex-mandatário e as Forças Armadas.
“E faço questão de sempre dizer isso: o Exército não tem que ser enaltecido por cumprir a lei. É obrigação. Não tem mérito”, afirmou. Ao G1, ele também disse estar no aguardo de novas informações do Judiciário para que seja possível dar uma continuidade a medidas administrativas contra os militares que podem ter se envolvido em tramas golpistas.
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