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Secretário nega reajustes e critica medidas de Temer: "Idiotas"

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Secretário nega reajustes e critica medidas de Temer: "Idiotas"

O chefe da Casa Civil da Bahia, Bruno Dauster, comentou sobre os reajustes financeiros questionados no governo de Dilma Rousseff (PT), antes de ser aprovado o impeachment, e das restrições decretadas pelo presidente em exercício Michel Temer (PMDB), no Alvorada. [Leia mais...]

Secretário nega reajustes e critica medidas de Temer: "Idiotas"

Foto: Tácio Moreira / Metropress

Por: Camila Tíssia e Matheus Morais no dia 06 de junho de 2016 às 09:25

Durante entrevista à Rádio Metrópole, na manhã desta segunda-feira (06), o chefe da Casa Civil da Bahia, Bruno Dauster, comentou sobre os reajustes financeiros questionados no governo de Dilma Rousseff (PT), antes de ser aprovado o impeachment, e das restrições decretadas pelo presidente em exercício Michel Temer (PMDB), no Alvorada. Segundo o secretário, não houve um "aumento milionário para o funcionalismo".

"Isso é uma brincadeira, quando a gente sabe da dificuldade da relação de Dilma com o Congresso. Se ela tivesse dado, os problemas estariam resolvidos. A derrota que Dilma teve na Câmara mostrou que ela estava sem condições de governabilidade. Credibilidade zero é o novo governo [Temer]. Penso que deveriamos ter eleições gerais presidenciais que desse legitimidade ao governo que tivesse na presidência", afirmou. 

Sobre os limites no Palácio, dados pelo interino, Dauster disse que trata-se de um comportamento pobre. "Limita-se [também] o deslocamento dela pelo país, para que ela não tenha condições de ter uma atividade política. Está tomando medidas idiotas, para falar o português claro. Até agora parcelar o pagamento dos servidores não está no horizonte de possibilidades. Estamos contando com o fato de que no segundo semetsre tenhamos aumento na arrecadação tributária", falou.

Na Bahia, o secretário afirmou que não precisou dividir nem atrasar o pagamento do funcionalismo. "Isso é uma meta prioritária do governo, além de manter os programas sociais e de investimentos. Nós já temos grupos que desenvolem estudos avançados do ponto de vista econômico para conclusão do trecho Ilhéus Caetité, além, da Fiol e do Porto Sul, que vai consolidar o desenvolvimento do interior da Bahia".