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Política

Trump critica países europeus por não se envolverem mais na guerra com Irã

Nas redes sociais, presidente republicano sugeriu que as nações tomem o Estreito de Ormuz

Trump critica países europeus por não se envolverem mais na guerra com Irã

Foto: The White House Gallery

Por: Metro1 no dia 31 de março de 2026 às 13:40

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teceu críticas à falta de ação de nações europeias na guerra do Oriente Médio. Em uma publicação feita nesta terça-feira (31) nas redes sociais, o mandatário disse que sugeria que as nações fossem ao Estreito de Ormuz e “simplesmente tomassem a passagem”, afirmando que os países precisariam “aprender a lutar por si mesmos”.

“A todos os países que não conseguem obter combustível de aviação por causa do Estreito de Ormuz, como o Reino Unido, que se recusou a participar da derrubada do Irã, tenho uma sugestão: primeiro, comprem dos EUA, temos de sobra; e segundo, reúnam um pouco de coragem tardia, vão até o Estreito e simplesmente TOMEM O QUE É DE VOCÊS", afirmou Trump.

"Vocês terão que começar a aprender a lutar por conta própria; os EUA não estarão mais lá para ajudá-los, assim como vocês não estiveram lá para nós. O Irã foi, essencialmente, dizimado. A parte difícil já está feita. Vão buscar seu próprio petróleo”, completou ele. O presidente republicano tem criticado repetidamente os aliados europeus que têm mostrado resistência em se envolver na guerra no Irã.

Estreito de Ormuz
O Estreito de Ormuz é considerada uma das principais vias marítimas para a economia global, a passagem por onde os petroleiros saem do Golfo Pérsico transportando cerca de um quinto da produção mundial diária de petróleo. A rota marítima atravessa as águas territoriais do Irã e de Omã, sendo considerada um ponto de estrangulamento crucial para o transporte global de petróleo.

Como o estreito tem apenas 34 quilômetros de largura em seu ponto mais estreito, o controle por parte do Irã é facilitado. Com os conflitos, o fechamento da passagem está sendo usado pelo Irã como estratégia para pressionar os Estados Unidos e a comunidade internacional.