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"Cometeu equívoco, mas sofre cobrança injusta", diz Lúcio sobre Tia Eron

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"Cometeu equívoco, mas sofre cobrança injusta", diz Lúcio sobre Tia Eron

Desde que a deputada e membro do Conselho de Ética Tia Eron (PRB) simplesmente "desapareceu", quando deveria comparecer na votação do conselho que discutia a cassação ou não do mandato do presidente afastado da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), uma polêmica foi gerada sobre o “sumiço” da parlamentar. [Leia mais...]

"Cometeu equívoco, mas sofre cobrança injusta", diz Lúcio sobre Tia Eron

Foto: Tácio Moreira / Metropress

Por: Camila Tíssia e Matheus Morais no dia 14 de junho de 2016 às 08:42

Desde que a deputada e membro do Conselho de Ética Tia Eron (PRB) simplesmente "desapareceu", quando deveria comparecer na votação que discutia a cassação ou não do mandato do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), uma polêmica foi gerada sobre o “sumiço” da parlamentar. Em entrevista ao apresentador José Eduardo, na manhã desta terça-feira (14), o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) comentou a situação que aconteceu há exatamente uma semana.

Para Lúcio, a deputada chamou atenção com esse comportamento diante do cenário que envolve Cunha. "Brasília está pegando fogo pela Lava Jato e pelo Conselho de Ética. O relatório que pede a cassação de Cunha teve o voto de João Bacelar, que pede só a suspensão do mandato por três meses e a votação foi adiada. Paralelo a isso, temos um recurso na Comissão de Justiça, que vai a plenário. Houve um recurso na Comissão de Justiça, pedindo que voltasse como era antes", afirmou à Rádio Metrópole.

Ainda segundo o deputado, Tia Eron cometeu equívoco dizendo que estava indecisa, mas sofre uma cobrança injusta. "Primeiro queria reafirmar que ela é uma pessoa querida, pelo seu jeito simples, companheira. É uma deputada que trabalha demais e tem influência na bancada das mulheres. Ela tem propostas. Tia Eron tem só um mandato, mas tem uma bandeira das mulheres e dos evangélicos. Os olhos do Brasil foram logo para ela, como se o voto dela fosse decisivo. O voto dela não é decisivo, porque tem 10 deputados que votam com Cunha, que tinham que ser cobrados. Ela não deve satisfação a colega nenhum, mas eu não gostaria de estar na pele dela, porque ela está sendo pressionada", completou.