
Política
Defesa de Castro diz que ex-governador foi "surpreendido" por operação da PF sobre fraudes fiscais da Refit
PF apura atuação de conglomerado econômico do ramo de combustíveis suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial e dissimulação de bens

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Após o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, ser alvo da busca e apreensão da Operação Sem Refino, da Polícia Federal (PF), a defesa do político afirmou ter sido "surpreendida" pela ação das forças policiais e declarou que ainda não teve acesso ao conteúdo do mandado de busca e apreensão cumprido contra ele.
“Todos os procedimentos praticados durante a sua gestão obedeceram aos critérios técnicos e legais previstos na legislação vigente, inclusive aqueles relacionados à política de incentivos fiscais do Estado, que seguem normas próprias, análises técnicas e deliberação dos órgãos competentes”, diz a nota enviada à imprensa nesta sexta-feira (15).
A operação investiga suspeitas de fraudes fiscais envolvendo a Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, apontada pelas autoridades como um dos maiores grupos devedores de tributos do país.
Ainda em nota, os advogados de Castro disseram que a gestão foi a “única a conseguir que a Refinaria de Manguinhos pagasse dívidas com o estado, o que reforça a postura isenta e institucional do ex-governador”.
O que está na mira da PF é a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis suspeito de usar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.
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