
Política
TSE aprova seis chapas para disputa pela Presidência da República em 2026
Candidaturas de Lula, Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e outros três nomes foram validadas por unanimidade; outros sete pedidos ainda aguardam análise

Foto: Roberto Jayme/TSE
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou os registros de seis chapas que disputarão a Presidência e a Vice-Presidência da República nas eleições de 2026. Entre os candidatos com registros já validados estão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
A análise ocorreu em sessão virtual extraordinária, encerrada às 23h59 desta quarta-feira (2). Os processos foram relatados pelo ministro André Mendonça e pela ministra Estela Aranha.
Foram aprovadas, por unanimidade, as candidaturas das seguintes chapas:
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB);
- Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar (PL);
- Samara Martins e Raquel Brício (UP);
- Romeu Zema e Eduardo Girão (Novo);
- Hertz Dias e Vanessa Portugal (PSTU);
- Edmilson Costa e Cleusa Santos (PCB).
Segundo o TSE, o colegiado concluiu que todos os pedidos cumpriram as exigências legais para o registro das candidaturas. As chapas apresentaram a documentação necessária e atenderam aos requisitos previstos na Constituição e na Lei de Inelegibilidade.
Outros sete registros ainda serão analisados
O tribunal ainda precisa julgar outros sete pedidos apresentados dentro do prazo legal, encerrado em 15 de agosto. Estão pendentes as candidaturas de:
- Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante);
- Renan Santos e Coronel Medina (Missão);
- Wilson Grassi e Suêd Haidar (Democrata);
- Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos (PCO);
- Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab (PSD);
- Clariana Barão e Fabiana Torquato (DC);
- Pablo Marçal e Leonardo Avalanche (PRTB).
Ao todo, 13 chapas apresentaram pedido de registro para a Presidência da República, uma a mais do que nas eleições de 2022.
A análise das candidaturas presidenciais é feita diretamente pelo TSE. Já os pedidos de registro para os demais cargos em disputa, como governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital, ficam sob responsabilidade dos tribunais regionais eleitorais.
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