
Política
Ex-dono da Delta, Fernando Cavendish é preso ao desembarcar no Rio
O ex-dono da Delta, Fernando Cavendish, chegou ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, por volta das 4h20 deste sábado (2). O empresário foi preso logo após desembarcar no terminal, de onde saiu escoltado por agentes da Polícia Federal e de cabeça baixa, e não respondeu perguntas de jornalistas. Cavendish estava em Roma, na Europa, desde o dia 22 de junho. [Leia mais...]

Foto: Reprodução G1 / Pedro Figueiredo
O ex-dono da Delta, Fernando Cavendish, chegou ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, por volta das 4h20 deste sábado (2). O empresário foi preso logo após desembarcar no terminal, de onde saiu escoltado por agentes da Polícia Federal e de cabeça baixa, e não respondeu perguntas de jornalistas. Cavendish estava em Roma, na Europa, desde o dia 22 de junho. O empresário passou pelo Instituto Médico Legal (IML) e, pouco antes das 6h, chegou ao presídio Ary Franco, em Água Santa, na Zona Norte do Rio. Em seguida, o advogado dele esteve no presídio e afirmou que Cavendish nem deveria ter sido preso. Aos jornalistas, disse apenas que a ideia é soltar o ex-dono da Delta ainda neste sábado.
Segundo os agentes da PF, Cavendish já sabia que era aguardado pela polícia no aeroporto. Ele teve prisão pedida pela Justiça, mas, nesta sexta (1°), o desembargador Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), transformou em prisão domiciliar. A decisão vale também para outros quatro réus: Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, e os empresários Adir Assad, Marcelo Abbud e Cláudio Abreu, que assim como Cachoeira foram presos na quinta.
De acordo com o portal G1, no despacho do juiz foram estabelecidas sete medidas cautelares: afastamento da direção das empresas envolvidas nas investigações; recolhimento domiciliar integral até que demonstre ocupação lícita; comparecimento quinzenal em juízo; obrigação de comparecimento a todos os atos do processo; proibição de manter contato com os demais investigados; proibição de deixar o país, devendo entregar o passaporte em até 48 horas; e monitoração por meio de tornozeleira eletrônica.
📲 Clique aqui para fazer parte do novo canal da Metropole no WhatsApp.

