Política

"É conversa", diz Jutahy Magalhães Júnior sobre críticas da oposição à PEC 241

O deputado federal Jutahy Magalhães Júnior (PSDB) conversou com Mário Kertész, nesta segunda-feira (17), durante o Jornal da Cidade 2ª edição, da Rádio Metrópole, sobre a PEC 241, que prevê um teto para os gastos públicos no país, aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados com 366 votos. [Leia mais...]

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Foto : Reprodução/Facebook

Por Luiza Leão e Jessica Galvão no dia 17 de Outubro de 2016 ⋅ 18:36

O deputado federal Jutahy Magalhães Júnior (PSDB) conversou com Mário Kertész, nesta segunda-feira (17), durante o Jornal da Cidade 2ª edição, da Rádio Metrópole, sobre a PEC 241, que prevê um teto para os gastos públicos no país, aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados com 366 votos. 

Para o deputado, a proposta "cria um ambiente de governabilidade" e segundo ele, será aprovada também no segundo turno. "Eu acho que é indispensável [a aprovação]. Esse período do governo de Lula e Dilma, deixaram o país num sistema de calamidade. Você tem que aprovar esse limite de gastos para equilibrar as contas. Não que a medida vá resolver, mas precisamos diminuir os juros para que novos investimentos sejam feitos", disse.

Jutahy acredita que as críticas da oposição aos cortes em saúde e educação na PEC 241 "é conversa". Segundo ele, esses dois setores terão um teto mínimo de investimento. "Só pra dar um exemplo, com essa meta os investimentos na saúde vão aumentar no ano que vem. É conversa. A avaliação que eles fazem é completamente equivocada", completou.

Durante a entrevista, o deputado federal teceu críticas ao governo anterior ao falar do desemprego, considerado por ele "a coisa mais grave que existe". Ao seu ver, para que o Brasil volte a crescer, é preciso que haja o aumento da infraestrutura e nas exportações, mas o cenário ainda não é favorável. "Estamos numa situação em que a economia está lenta", acredita.

"Você tem que ter uma situação em que o dólar fique em um patamar bom, mas é preciso baixar os juros. Nós precisamos de capital externo para fazer investimento na área de portos, estradas e vias", explicou. 

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