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Após bate-boca, comissão dá como lido relatório da reforma trabalhista e encaminha votação

O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), considerou como lido na tarde desta terça-feira (23) o parecer de Ricardo Ferraço (PSDB-ES) sobre a reforma trabalhista em que o tucano sugere a aprovação do projeto. A decisão de Jereissati, confirmada pela secretaria da CAE, foi tomada apesar do texto não ter sido lido, por conta de um bate-boca na sessão. [Leia mais...]

Após bate-boca, comissão dá como lido relatório da reforma trabalhista e encaminha votação

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Por: Laura Lorenzo no dia 23 de maio de 2017 às 19:30

Atualizado: no dia 24 de maio de 2017 às 10:02

O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), considerou como lido na tarde desta terça-feira (23) o parecer de Ricardo Ferraço (PSDB-ES) sobre a reforma trabalhista em que o tucano sugere a aprovação do projeto. A decisão de Jereissati, confirmada pela secretaria da CAE, foi tomada apesar do texto não ter sido lido, por conta de um bate-boca na sessão.

Após a apresentação do parecer, houve uma discussão entre parlamentares da base aliada e da oposição, o que fez com que sessão fosse suspensa por Tasso Jereissati por cerca de uma hora. O bate-boca começou depois que a oposição apresentou um pedido para adiar a leitura do relatório de Ferraço, que foi rejeitado por 13 votos a 11. Houve então protestos e os senadores começaram a discutir mais uma vez o adiamento da leitura do relatório.

Durante a confusão, enquanto o senador Jereissati se preparava para passar a palavra para Ferraço fazer a leitura, Lindbergh Farias (PT-RJ) foi em direção ao relator dizendo que a oposição não ia permitir a leitura. Houve, então, gritaria e empurrões entre os deputados

Com a decisão do presidente, o relatório poderá ser votado na próxima terça (30), isso porque foi concedida vista coletiva, em que os senadores terão uma semana para analisar o parecer sobre a reforma. Antes de ir ao Senado, porém, a proposta terá de ser analisada primeiro pelas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Assuntos Sociais (CAS) do Senado.