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Ministério Público Federal pede nova prisão preventiva de Geddel Vieira Lima

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Ministério Público Federal pede nova prisão preventiva de Geddel Vieira Lima

Após a Justiça conceder prisão domiciliar ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, que foi preso em 3 de julho, sob suspeita de atrapalhar investigações, o Ministério Público Federal apresentou ao Judiciário um novo pedido de prisão preventiva, nesta quinta-feira (13). [Leia mais...]

Ministério Público Federal pede nova prisão preventiva de Geddel Vieira Lima

Foto: José Cruz/EBC/FotosPúblicas

Por: Paloma Morais e Luiza Leão no dia 13 de julho de 2017 às 14:27

Após a Justiça conceder prisão domiciliar ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, que foi preso em 3 de julho, sob suspeita de atrapalhar investigações, o Ministério Público Federal apresentou ao judiciário um novo pedido de prisão preventiva, nesta quinta-feira (13), alegando que existem novos fatos que justificam a prisão.

Conforme o documento, no recente depoimento de Lúcio Funaro, ele afirma que Geddel alegou exercer influência criminosa sobre o Poder Judiciário da União, o que seria crime de exploração de prestígio. O MPF também reafirma que Geddel está agindo para impedir que Lúcio Funaro faça um acordo de colaboração com o Ministério Público. Ele estaria monitorando o comportamento de Funaro e de sua mulher, Raquel Pitta, no intuito de constrangê-los para não fecharem a delação premiada. O pedido foi realizado pela força tarefa da Greenfield e será analisado pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira da 10ª Vara Federal em Brasília.

Em entrevista à Rádio Metrópole nesta quinta-feira (13), o advogado Gamil Föppel, responsável pela defesa de Geddel, afirmou que desde o primeiro momento foi pontuado que não haviam os requisitos para a prisão do ex-ministro. 'A decisão foi autuada nos argumentos extraídos no habeas corpus e o senhor Geddel Vieira Lima terá sua liberdade restituída. Em princípio, ele está com prisão domiciliar aqui em Salvador, mas ainda existem outros pedidos para o mérito do habeas corpus, nós estamos pedindo que haja liberdade já que não houve nenhum ato ilícito”, explicou.