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“Devo estar nos 6% satisfeitos com os deputados”, diz Lúcio após rejeição popular de 94%

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“Devo estar nos 6% satisfeitos com os deputados”, diz Lúcio após rejeição popular de 94%

Uma pesquisa feita pelo instituto Ipsos mostrou que 94% dos eleitores não se veem representados pelos políticos brasileiros. O levantamento foi feito após os deputados livrarem o presidente Michel Temer (PMDB) das denúncias de corrupção. Mas em entrevista à Rádio Metrópole nesta segunda-feira (14), o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB) afirmou que está entre a pequena parcela de 6% de satisfeitos [Leia mais...]

“Devo estar nos 6% satisfeitos com os deputados”, diz Lúcio após rejeição popular de 94%

Foto: Tácio Moreira/Metropress

Por: Bárbara Silveira e Gabriel Nascimento no dia 14 de agosto de 2017 às 08:26

Atualizado: no dia 14 de agosto de 2017 às 08:29

Uma pesquisa feita pelo instituto Ipsos mostrou que 94% dos eleitores não se veem representados pelos políticos brasileiros. O levantamento foi feito após os deputados livrarem o presidente Michel Temer (PMDB) das denúncias de corrupção, no início de agosto. Mas em entrevista à Rádio Metrópole nesta segunda-feira (14), o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB) afirmou que está entre a pequena parcela de 6% de satisfeitos. 

“Eu devo estar nos 6% satisfeitos com os deputados. Graças a Deus sempre recebo manifestações de amor, carinho, porque faço a interatividade com a população, contato direto, viagens, redes sociais, isso que a população quer um pouco, que os deputados não se afastem dela. No tempo moderno onde você tem mais acesso, elas têm a capacidade de acompanhar o trabalho do parlamentar, então, para o politico recuperar sua credibilidade é se modernizar. Não é achar que o mandado lhe pertence, hoje somos como um síndico de prédio, mas não é fazer o que acha e imagina. Somos o porta-voz da sociedade”, disse.

Apesar de manifestar sua satisfação com os colegas políticas, para Lúcio, o sistema precisa mudar. “O grande número de partidos políticos, por exemplo, mais de 50. Como é que o eleitor vai se identificar? Os partidos estão mudando de nome como se troca de roupa numa tentativa de passar a ideia que é novo. Quando você bota uma roupa nova você não muda seu caráter. É uma maquiagem. Mas com a reforma [política], a gente melhora isso, evitaremos que se elejam pessoas com votos de outras. Aqui na BA, Waldir Pires puxou um monte de gente”, opinou.