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Presidente estadual do PT defende participação popular em definição de novo financiamento de campanhas

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Presidente estadual do PT defende participação popular em definição de novo financiamento de campanhas

O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Everaldo Anunciação, defendeu a criação de um fundo eleitoral que substituísse o fundo partidário -- constituído por dotações orçamentárias da União, multas, penalidades, doações e outros recursos financeiros que lhes forem atribuídos por lei. Segundo ele, a medida reduziria a corrupção nas campanhas. [Leia mais...]

Presidente estadual do PT defende participação popular em definição de novo financiamento de campanhas

Foto: Reprodução/ Facebook

Por: Luiza Leão no dia 14 de agosto de 2017 às 19:34

O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Everaldo Anunciação, defendeu a criação de um fundo eleitoral que substituísse o fundo partidário -- constituído por dotações orçamentárias da União, multas, penalidades, doações e outros recursos financeiros que lhes forem atribuídos por lei. Segundo ele, a medida reduziria a corrupção nas campanhas. No entanto, é considerada impopular para muitos parlamentares.

\"Ainda é um processo de debate porque o que é que hoje financia os partidos? É esse fundo partidário. E com o processo das eleições agora há um debate de criar um fundo eleitoral que poderia inclusive substituir o fundo partidário. Óbvio que nos princípios que funcionam hoje seriam suspensos, em tese\", afirmou durante entrevista à Rádio Metrópole, nesta segunda-feira (14).

Anunciação afirmou ainda que a proposta em discussão na Câmara dos Deputados, que estabelece a utilização de 0,5% da receita líquida do governo -- que atualmente gira em torno de R$ 3,6 bilhões --, é um \"remendo\" e que o modo de financiamento de campanhas deveria ser debatido entre a população brasileira.

\"Na verdade não está tendo uma reforma política. Está tendo uma adequação da lei conforme o interesse da maioria dos deputados. Porque a sociedade brasileira tem manifestado outras formas de debate sobre a reforma, que deveria inclusive ter uma consulta popular. Temos que reconhecer que há um desgaste grande dos políticos e dos partidos hoje\", acrescentou.