Política

Criminoso vazamento para constranger deputados, diz defesa de Temer sobre vídeos de Funaro

A defesa do presidente Michel Temer (PMDB) criticou a divulgação de vídeos da delação do doleiro Lúcio Funaro à Procuradoria-Geral da República (PGR). Por meio de nota, o advogado Eduardo Carnelós classificou a veiculação das imagens como \"vazamento criminoso\" e afirmou que trata-se de uma tentativa de \"constranger\" deputados e, consequentemente, influenciar a votação da segunda denúncia contra o presidente na Casa. [Leia mais...]

[Criminoso vazamento para constranger deputados, diz defesa de Temer sobre vídeos de Funaro]
Foto : Beto Barata/Fotos Públicas

Por Gabriel Nascimento no dia 14 de Outubro de 2017 ⋅ 14:31

A defesa do presidente Michel Temer (PMDB) criticou a divulgação de vídeos da delação do doleiro Lúcio Funaro à Procuradoria-Geral da República (PGR). Por meio de nota, o advogado Eduardo Carnelós classificou a veiculação das imagens como \"vazamento criminoso\" e afirmou que trata-se de uma tentativa de \"constranger\" deputados e, consequentemente, influenciar a votação da segunda denúncia contra o presidente na Casa.

\"Tem o claro propósito de causar estardalhaço com a divulgação pela mídia como forma de constranger parlamentares que, na CCJC da Câmara dos Deputados, votarão no dia 18 o muito bem fundamentado parecer do relator, deputado Bonifácio de Andrada, cuja conclusão é pela rejeição ao pedido de autorização para dar sequência à denúncia apresentada contra o Presidente Michel Temer pelo ex-Procurador-Geral da República\", disse. Os vídeos foram divulgados pelo jornal Folha de S. Paulo, que alega ter tido acesso por fontes oficiais.

\"É evidente que o criminoso vazamento foi produzido por quem pretende insistir na criação de grave crise política no País, por meio da instauração de ação penal para a qual não há justa causa. Só isso explica essa divulgação, ao final de uma semana em que a denúncia formulada pelo ex-Chefe do MPF foi reduzida a pó pelo parecer do deputado Bonifácio de Andrada\", acrescentou. A votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) está marcada para a quarta-feira (18) e quinta-feira (19).

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