Política

Rui rebate Neto, chama Centro de Convenções Municipal de "acanhado" e recomenda: ʹInvestir em saúdeʹ

O governador Rui Costa não ouviu as críticas feitas pelo prefeito ACM Neto calado e levantou o tom para rebater as declarações feitas pelo democrata sobre o que o petistas deveria fazer com os recursos investidos no Centro de Convenções de Salvador. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira / Metropress

Por Laura Lorenzo no dia 23 de Outubro de 2017 ⋅ 18:46

O governador Rui Costa (PT) não ouviu as críticas feitas pelo prefeito ACM Neto (DEM) calado e levantou o tom para rebater as declarações do democrata sobre o que o petista deveria fazer com os recursos investidos no Centro de Convenções de Salvador. Nesta segunda-feira (23), Neto havia dito que Rui deveria usar o dinheiro do Centro em ʹoutras coisasʹ, uma vez que a Prefeitura já vai construir um equipamento similar na área do antigo Aeroclube.

"Eu acho engraçado. Eu já tinha anunciado e está em curso a criação de um Centro. O mesmo eu poderia dizer a ele. Salvador precisa de posto de saúde, precisa de creche, é a pior educação infantil do Brasil. Se o Estado vai construir, o município poderia usar esse recurso e construir creche para as crianças que estão precisando. Salvador tem a pior atenção básica da Bahia. Eu acho que ele não pode opinar no que o Estado vai fazer", respondeu Rui à Neto, que havia dito que ele deveria usar o recursos em estradas.

O petista disse ainda que o valor anunciado pela prefeitura é recurso para construir apenas um centro de convenções “acanhado”, menor do que o proposto pelo governo. “O Estado vai fazer um Centro de Convenções que possa disputar eventos internacionais. A Bahia não se conforma apenas em ter um Centro para fazer formaturas e casamentos, e um Centro de tamanho internacional não custa R$ 100 milhões. Não deixarei a Bahia ficar com um Centro acanhado, destinado a formaturas e casamentos, eu vou fazer um Centro de Convenções para disputar eventos internacionais com um grupo que conheça e faça agenda internacional. Evidente que com R$ 100 milhões não dá para fazer um centro do padrão internacional”, disparou.

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