
Política
Alice garante apoio a Rui mesmo se ficar fora da chapa: ‘Não boto faca no pescoço do governador’
Segunda colocada na corrida ao Senado na última pesquisa divulgada pelo Instituto Paraná sobre o cenário pré-eleitoral de 2018, a líder do PCdoB na Câmara dos Deputados, Alice Portugal, defendeu a tese de revezamento de partidos na composição da chapa majoritária do governador Rui Costa (PT), mas garantiu que a legenda não deixará a base se não for contemplada. [Leia mais...]

Foto: Divulgação
Segunda colocada na corrida ao Senado na última pesquisa divulgada pelo Instituto Paraná sobre o cenário pré-eleitoral de 2018, a líder do PCdoB na Câmara dos Deputados, Alice Portugal, defendeu a tese de revezamento de partidos na composição da chapa majoritária do governador Rui Costa (PT), mas garantiu que a legenda não deixará a base se não for contemplada.
“Nós não botamos essa condicionante como uma faca no pescoço do governador, porque nós queremos que a Bahia continue nesse rumo de mudanças. Portanto, se essa possibilidade for dada, nós estaremos participando. Se não for dada, nós apoiaremos da mesma maneira, porque entendemos que esse é o projeto e o lado certo. Não vamos reivindicar e fazer força para estarmos na chapa”, afirmou a parlamentar em entrevista à Rádio Metrópole, nesta sexta-feira (8), durante a entrega da Policlínica de Irecê.
A deputada disse que “até então” é candidata à reeleição e que “ainda não há um debate” na sua legenda sobre a coligação majoritária.
Sobre a possibilidade de os comunistas perderem o espaço para siglas como o PP e o PR, que integram a ala de sustentação do presidente Michel Temer, Alice justificou que o fato se deve à “coalizão ampla” formada na Bahia.
“De fato, nós temos posições diferentes em relação ao governo federal e eu mantenho firme a minha posição. Nos próximos dias, vocês poderão me acompanhar, como líder do PCdoB, que sou, enfrentando essa nefasta reforma da Previdência. No entanto, a condução do processo tem que contemplar a todos”, reconheceu.
No PP, os nomes colocados são o atual vice-governador João Leão e o deputado Ronaldo Carletto, que se articula para migrar para o PR, a fim de fortalecer o seu objetivo de concorrer ao Senado.
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