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ʹPodemosʹ aposta em deputados e ex-parlamentares na AL-BA em 2018

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ʹPodemosʹ aposta em deputados e ex-parlamentares na AL-BA em 2018

Em entrevista ao Metro1, o parlamentar federal João Carlos Bacelar, presidente da sigla na Bahia, afirmou que a prioridade da legenda este ano é a sua própria reeleição à Câmara, a recondução de Alex Lima e Jânio Natal, além da volta à AL-BA de Pedro Alcântara (ex-PR) e do ex-prefeito de Irecê, Luizinho Sobral, bem como uma possível ascensão de Carlos Muniz. [Leia mais...]

ʹPodemosʹ aposta em deputados e ex-parlamentares na AL-BA em 2018

Por: Evilásio Júnior no dia 05 de janeiro de 2018 às 10:00

Atualizado: no dia 05 de janeiro de 2018 às 10:02

De partido que mais cresceu em Salvador em 2012, com a eleição de seis vereadores – Carlos Muniz, Alan Castro, Toinho Carolino, Geraldo Júnior, Kiki Bispo e Tiago Correia – para a metade em 2016 – Sidninho, além de Muniz e Carolino –, quando perdeu quadros e passou para a oposição, o Podemos aposta na manutenção das duas cadeiras que possui atualmente na Assembleia  Legislativa, o retorno de dois deputados estaduais e a “subida” de um edil soteropolitano no pleito de 2018.

Em entrevista ao Metro1, o parlamentar federal João Carlos Bacelar, presidente da sigla na Bahia, afirmou que a prioridade da legenda este ano é a sua própria reeleição à Câmara, a recondução de Alex Lima e Jânio Natal, além da volta à AL-BA de Pedro Alcântara (ex-PR) e do ex-prefeito de Irecê, Luizinho Sobral, bem como uma possível ascensão de Carlos Muniz.

Embora assegure que não irá voltar para o grupo do prefeito ACM Neto (DEM), o antigo PTN perdeu figuras importantes a partir da aliança com o governador Rui Costa (PT). Enquanto o deputado Carlos Geílson e o vereador Tiago Correia migraram para o PSDB, Alan Castro passou para o PSL, Geraldo Júnior para o Solidariedade e Kiki Bispo para o PTB.

O problema é que, com a proximidade da janela que permite a troca partidária sem risco de perda de mandato para os “infiéis”, em março, o Podemos poderá perder pelo menos mais dois legisladores. De um lado, Alex Lima já negociou com partidos como o PDT e não descarta buscar uma nova morada. Do outro, Muniz segue como uma incógnita.

Um dos indícios de que poderá mudar de lado foi o seu posicionamento na apreciação das novas mudanças do IPTU. Apesar da recomendação de Bacelar contrária à matéria, o vereador foi o único da legenda a votar favoravelmente ao projeto enviado por Neto.