
Política
PGR quer diligenciar locais de entregas de supostas propinas a Aécio
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal para a prorrogação de cinco investigações contra o senador Aécio Neves (PSDB), provenientes de quatro inquéritos derivados das operações Patmos e Lava Jato, por mais 60 dias. [Leia mais...]

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal para a prorrogação de cinco investigações contra o senador Aécio Neves (PSDB), provenientes de quatro inquéritos derivados das operações Patmos e Lava Jato, por mais 60 dias.A informação foi divulgada pelo jornal Estadão nesta sexta-feira (9).
Os requerimentos foram embasados nas delações da Odebrecht e no acordo de colaboração da JBS. A justificativa é de seja “considerada a existência de diligências pendentes e necessárias ao deslinde das investigações”.
A chefe do Ministério Público Federal ainda vê a necessidade de diligenciar locais onde teriam sido entregues valores em dinheiro vivo ao tucano, como empresas e residências apontadas por delatores.
Dodge quer ter acesso aos registros de quem entrou e saiu dos locais nas datas apontadas pelos delatores e solicita provas testemunhais “dada a quantidade de vezes em que foram realizadas as entregas de dinheiro”.
A defesa do senador vê o procedimento como “usual”. Aécio é acusado de receber propinas de R$ 5,2 milhões oriundas de fraudes em licitações para a construção da cidade administrativa, sede do governo estadual de Minas Gerais.
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