
Política
Otto está no top 10 de ausências no Senado; faltas custam R$ 1,5 mi em três anos
Lídice da Mata (PDB) faltou 21 dias – 8,3% das sessões ordinárias – e Roberto Muniz (PP) foi o menos filão: 12 dias, 4,7% das sessões

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Pouco mais de três anos após o início da atual legislatura, quase todos os senadores utilizaram a chamada “licença para atividade parlamentar” – medida que permite faltar a uma sessão deliberativa sem apresentar justificativa e sem desconto no salário.
De acordo com levantamento feito pelo G1, no período, 76 congressistas atualmente no exercício do mandato e outros 13 suplentes requisitaram o benefício, que não existe na Câmara dos Deputados.
No total, foram 1.320 ausências, pelas quais o Senado pagou R$ 1,48 milhão – um dia do salário mensal (R$ 33,7 mil) de um senador corresponde a R$ 1.125 mil.
Bahia – O senador Otto Alencar (PSD) é o 10º mais faltante da Câmara Alta, com 32 dias de licença, o equivalente 12,6% das sessões ordinárias.
À publicação, ele justificou que fez três cirurgias desde novembro: “Me operei três vezes e só apresentei um atestado”. A atividade no interior como presidente da sigla na Bahia também foi apontada como um dos motivos para “cabular” as sessões.
Lídice da Mata (PDB) faltou 21 dias – 8,3% das sessões ordinárias – e Roberto Muniz (PP) foi o menos filão: 12 dias, 4,7% das sessões.
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