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Em reunião com ministros, Dilma diz temer “comportamento imprevisível" de Cunha

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Em reunião com ministros, Dilma diz temer “comportamento imprevisível" de Cunha

A presidente Dilma Rousseff teme ser alvo de um “comportamento imprevisível” do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). De acordo com o jornal O Globo, durante reunião com ministro no Palácio da Alvorada, neste sábado (10), foi discutida a saída de Dilma do poder, com base no pressuposto de que Cunha possa estar fragilizado devido as denúncias com seu nome em relação a contas na Suíça. [Leia mais...]

Em reunião com ministros, Dilma diz temer “comportamento imprevisível" de Cunha

Foto: Reprodução

Por: Paloma Andrade no dia 10 de outubro de 2015 às 20:30

A presidente Dilma Rousseff teme ser alvo de um “comportamento imprevisível” do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). De acordo com o jornal O Globo, durante reunião com ministro no Palácio da Alvorada, neste sábado (10), foi discutida a saída de Dilma do poder, com base no pressuposto de que Cunha possa estar fragilizado devido as denúncias com seu nome em relação a contas na Suíça. Com isso, acredita-se que o parlamentar possa contribuir com a oposição, acelerando o processo de impeachment da presidente.   

Os ministros Jaques Wagner (Casa Civil), Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) e José Eduardo Cardozo (Justiça) estavam presentes na reunião. No encontro, segundo o jornal, Dilma Rousseff quis referências sobre o quadro da Casa para a próxima semana e, principalmente, sobre a decisão de Cunha e a posição da oposição referente aos pedidos de impeachment. Na ocasião, a presidente afirmou que esta será uma semana “tensa” e pediu mobilização dos ministros no comando da base aliada. 

Porém, segundo os ministros presentes, Eduardo Cunha é “incontrolável” dentro do PMDB, o que dificultaria uma ação de seu aliado, como, por exemplo, do vice-presidente Michel Temer. No planalto, o presidente da Câmara é apontado como “apostador compulsivo”. Ainda assim, ministros próximos ao peemedebista, como Henrique Eduardo Alves (Turismo), serão acionados.