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Governo limita viagens e ministros vão dividir carro e usar classe econômica

Para ampliar o corte de gastos públicos, a presidente Dilma Rousseff decretou que o primeiro escalão do governo federal passe por uma série de cortes de algumas regalias por conta da crise econômica. Por meio de decreto publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (14), ministros, comandantes das Forças Armadas e outros servidores federais vão ter algumas prerrogativas barradas. [Leia mais...]

Governo limita viagens e ministros vão dividir carro e usar classe econômica

Foto: Reprodução/Veja

Por: Matheus Simoni no dia 14 de outubro de 2015 às 16:00

Para ampliar o corte de gastos públicos, a presidente Dilma Rousseff decretou que o primeiro escalão do governo federal passe por uma série de cortes de algumas regalias por conta da crise econômica. Por meio de decreto publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (14),  ministros, comandantes das Forças Armadas e outros servidores federais vão ter algumas prerrogativas barradas. Agora, carro oficial exclusivo será utilizado somente para a presidente, o vice-presidente, ministros, chefes militares e ex-presidentes.

Diretores de empresas públicas, chefes de gabinete, assessores e outros cargos terão que compartilhar os veículos e pegar carona. "O compartilhamento destina-se à otimização do uso da frota, no âmbito dos órgãos e das entidades da administração pública federal, de modo que os veículos sejam organizados para utilização integrada pelas referidas autoridades", afirma o decreto. Além disso, a presidente proibiu que os servidores sejam levados ou buscados em aeroportos por carros oficiais quando requisitarem verba de táxi.

Os ministros do governo também vão deixar de viajar de avião na primeira classe. Agora, as viagens serão exclusivas para a presidente e o vice. Até então, pessoas autorizadas pela Presidência, ministros, secretários e comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica podiam utilizar o serviço. Ministros e chefes militares só poderão voar de classe executiva, vetando que outros servidores, como presidentes de empresas públicas e fundações, comprassem bilhetes no setor. Todos os demais funcionários terão que viajar na classe econômica.