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PT decide votar pela continuidade de processo contra Cunha na Câmara

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PT decide votar pela continuidade de processo contra Cunha na Câmara

A bancada do PT na Câmara decidiu, após reunião nesta quarta-feira (2), que os três integrantes do partido no Conselho de Ética, os deputados Zé Geraldo (PT-PA), Leo de Brito (PT-AC), e Valmir Prascidelli (PT-SP), vão votar a favor da continuidade do processo contra a continuidade de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na presidência da Casa. [Leia mais...]

PT decide votar pela continuidade de processo contra Cunha na Câmara

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Por: Matheus Simoni no dia 02 de dezembro de 2015 às 13:22

A bancada do PT na Câmara decidiu, após reunião nesta quarta-feira (2), que os três integrantes do partido no Conselho de Ética, os deputados Zé Geraldo (PT-PA), Leo de Brito (PT-AC), e Valmir Prascidelli (PT-SP), vão votar a favor da continuidade do processo contra a continuidade de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na presidência da Casa. De acordo com os parlamentares, a decisão foi tomada em conjunto com os outros petistas da Câmara.

"A posição de bancada é pela admissibilidade. Isso será comunicado ao governo. E o governo começa a se virar para aprovar a redução da meta fiscal. O partido tomou essa decisão. Nós agora vamos seguir lá decisão da bancada do partido. Já era uma tendência nossa. Só que agora a bancada assume uma responsabilidade", disse o deputado Zé Geraldo.

O voto do PT é considerado um dos mais decisivos para a votação no Conselho de Ética, já que o placar continua apertado a respeito da continuidade ou não de Cunha como presidente. A decisão segue a tendência apoiada pelo diretório do partido e mais da metade da bancada, que exigia a continuidade das investigações. Os petistas acreditam que o desgaste político em apoiar o presidentes Câmara em meio às acusações de corrupção e envolvimento na Operação Lava Jato seria muito grande.

Ao mesmo tempo, os três deputados do PT sofriam pressão do governo para apoiar Cunha e evitar que o peemedebista abrisse processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.