Política
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Os familiares de Ana Cristina Valle são investigados como parte de uma organização criminosa envolvida no suposto esquema de "rachadinha" no gabinete do senador Flávio Bolsonaro

Foto: Reprodução
Documentos obtidos a partir da quebra do sigilo bancário de oito parentes da ex-mulher de Jair Bolsonaro, Ana Cristina Valle, conhecida como Cristina Bolsonaro, mostram que os familiares tinham o hábito de sacar várias vezes a quantia exata de R$ 500 próximo às datas de pagamento. Entre 2007 e 2018, 4.294 operações de saque foram feitas nesse mesmo valor, somando um total de R$ 2,1 milhões.
Segundo informações do jornal O Globo, nas investigações, o Ministério Público (MP) aponta essas pessoas como parte de uma organização criminosa envolvida em um suposto esquema de "rachadinha" no gabinete do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
Segundo o Ministério Público, os familiares da ex-madrasta de Flávio “sacavam quase a integralidade dos salários recebidos na Alerj para repassar os valores em espécie a outros integrantes da organização criminosa”.
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