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Estudo para revisão da tarifa dos ônibus de Salvador está em fase final, diz secretário
Fabrizzio Muller falou também sobre as reclamações da população com a extinção de algumas linhas em Salvador

Foto: Metropress/Fernanda Vilas Boas
Secretário de Mobilidade de Salvador, Fabrizzio Muller revelou, em entrevista à Rádio Metropole nesta quinta-feira (23), que os estudos para a revisão tarifária do transporte público de Salvador já estão em fase final. Apesar disso, o comandante da pasta afirmou que ainda não é possível determinar datas e valores de aumento.
“Esses estudos estão em fase mais final do que intermediária, estamos concluindo com a Arsal (Agência Reguladora e Fiscalizadora dos Serviços Públicos de Salvador), para que a gente possa divulgar valor de tarifa, investimento, tudo que vai acontecer ou que se planeja que acontece com o transporte público nos próximos quatro anos”, disse o secretário, ressaltando que quem lidera esses estudos é Arsal.
No início do mês, o Metro1 ancetipou que integrantes da prefeitura de Salvador já admitem, reservadamente, que a tarifa do ônibus deve ser reajustada a partir de abril. O valor atual é de R$ 4,90. De acordo com fontes da prefeitura ouvidas pela reportagem, o contrato com as empresas que operam os ônibus está em revisão, porque o atual já tem 10 anos.
Para compensar o acréscimo na passagem, a gestão soteropolitana quer que as empresas entreguem mais veículos novos para rodar na cidade. Mas o acordo ainda está sendo alinhavado.
Muller falou também sobre as reclamações da população com a extinção de algumas linhas em Salvador. Para o secretário, o desconforto desses usuários está relacionado a uma questão comportamental e cultural.
“Você precisa tirar aquela linha que é direta, obriga a pessoa a fazer uma integração, mas no final vai ter muito mais agilidade para a pessoa chegar no seu destino final. A gente tem feito isso de forma muito gradativa para não criar muito impacto na vida das pessoas, mas todas essas mudanças têm como objetivo trazer mais conforto. [...] infelizmente tem muita resistência por uma questão cultural mesmo na lógica deslocamento das pessoas na cidade”, afirmou.
Assista à entrevista na íntegra:
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