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Vice-presidente do ACHE critica demora de autoridades para tomarem medidas no Centro Histórico

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Vice-presidente do ACHE critica demora de autoridades para tomarem medidas no Centro Histórico

Empresário confirmou que 40% dos comércios no Pelourinho foram fechados após o início da pandemia, em decorrência do cenário de crise econômica e aumento da violência no local

Vice-presidente do ACHE critica demora de autoridades para tomarem medidas no Centro Histórico

Foto: Reprodução

Por: Metro1 no dia 27 de abril de 2023 às 11:57

Atualizado: no dia 27 de abril de 2023 às 11:57

Em entrevista à Rádio Metropole nesta quinta-feira (27), o vice-presidente da Associação do Centro Histórico Empreendedor (ACHE), Leonardo Régis, criticou a demora de autoridades para lidarem com os casos de violência no Pelourinho.

"Infelizmente, precisou chegar a um limite, ao caso da agressão aos romenos, que nós não precisavamos chegar. Isso gera até falas discriminatórias contra nós", pontuou. Após a história ganhar a repercussão, o prefeito Bruno Reis (União) anunciou um pacote de intervenções para revitalizar o Centro Histórico.

Leonardo Régis, no entanto, está esperançoso com o anúncio da Prefeitura. "Foi um divisor de águas ver a movimentação da Prefeitura. Queremos transformar Salvador em referência do país em termos de cultura artística para a região", reforçou.

Crise

Durante a entrevista, ele confirmou que 40% dos comércios no Pelourinho foram fechados após o início da pandemia, em decorrência do cenário de crise econômica e aumento da violência no local.

Dono do Casarão 17, no Terreiro de Jesus, ele ressaltou que, além do fechamento, algumas lojas tiveram que reduzir o quadro de funcionários para conseguirem se manter diante da crise. Foi o caso do seu próprio comércio.

"A gente teve que reduzir em 40% o número de funcionários porque não estávamos vendo uma movimentação política para manter o Centro Histórico para que ele pudesse ser repovoado com visitantes e baianos", afirmou.

Questionado sobre o comércio informal na região, como os ambulantes que pintam turistas sem autorização, ele opinou: "Essas pessoas precisam ser assistidas, e a gente precisa entender o comércio informal, mas não ter o descontrole que temos atualmente".

Confira a entrevista na íntegra: