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Lelo Filho critica falta de apoio ao setor cultural e questiona custo de isenção de IPTU para teatros em Salvador
Ator elogiou o fato da cantora Margareth Menezes ter assumido a pasta da Cultura, e lembrou do que foi o período de pandemia para a Companhia Baiana de Patifaria

Foto: Reprodução/Metropole
O ator e diretor da Companhia Baiana de Patifaria, Lelo Filho, falou sobre a dificuldade de sobrevivência do setor da Cultura em Salvador e no Brasil nos últimos anos, em entrevista à Rádio Metropole nesta sexta-feira (5). O artista cobrou apoio do poder público.
"É desolador como sobrevivemos nestes quatro últimos anos do governo federal, em que a primeira ação foi extinguir o Ministério da Cultura. Quanto custaria para prefeitura isentar o IPTU, a taxa de funcionamento de teatros e espaços culturais durante 5, 10 anos para que o setor possa se fortalecer?", questionou.
Em uma análise do cenário cultural na Bahia, Lelo criticou a forma como a área tem sido gerida. "Existe uma falta de diálogo com os artistas da Bahia. Qual é a política cultural que está sendo executada, o que se pretende? A gente não entende, existe um apagão na gestão cultural da Bahia há alguns anos, com centros de cultura no interior do estado fechados, reformas que não acabam nunca. Estamos querendo voltar a andar com nossos pés", desabafou o artista.
Lelo Filho elogiou ainda o fato da cantora Margareth Menezes ter assumido a pasta da Cultura, e lembrou do que foi o período de pandemia para a Companhia.
"Na pandemia, nós [artistas] salvamos uma boa parcela da humanidade, produzimos, e resistimos mesmo que através de uma câmera. Exibimos 7 peças do repertório da Companhia pela internet", afirmou.
Confira a entrevista na íntegra:
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