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Atores comentam referências LGBTQIAPN+ na infância: “Era um dos poucos espaços de liberdade”

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São fruto da crueldade que viveu e da "agonia" com governo anterior, avalia Wagner sobre falas "duras" de Lula
Senador do PT foi entrevistado na Rádio Metropole nesta sexta-feira (12)

Foto: Metropress/Fernanda Vilas Boas
O senador Jaques Wagner (PT) comentou, em entrevista ao Jornal da Bahia no Ar, da Rádio Metropole, as polêmicas relacionadas à comunicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o ex-governador da Bahia, isso é fruto das crueldades que ele sofreu e da “agonia” diante da destruição promovida pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Wagner contou que, quando Lula estava na prisão, o alertou para as críticas pelas suas falas “ácidas”, à época. Na ocasião, o presidente respondeu: “eu não sou feito de ferro e borracha não, sou um ser humano como outro qualquer”.
O senador relembrou a morte dos neto e irmão do presidente ocorridas no momento em que ele estava preso. “Foram 580 dias preso porque ele não quis trocar a sua dignidade pela sua liberdade”, disse.
Hoje, o senador acredita que soma-se a isso a dificuldade para reconstruir o país, externalizada por Lula em falas “duras”. “Ele realmente está muito agoniado e talvez externe isso de forma mais dura, porque não é brincadeira. [...] O último governo de quatro anos, do presidente que acabou de sair, foi totalmente fora da caixinha, de pregação do ódio, da perseguição, das fake news, mentiras… Então, hoje, você fica realmente palmilhando o terreno para ver se não tem uma mina colocada ali para explodir no seu pé”, falou.
Confira a entrevista na íntegra:
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