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Passarelas no Carnaval geram debate e secretário da Semop se posiciona
Décio Martins defende estruturas financiadas por camarotes e para ambulantes, rebate críticas à “passarela do apartheid”

Foto: Metropress- Fernanda Vilas
Decio Martins, secretário da Semop, comentou em entrevista ao Jornal da Cidade a implementação de passarelas para o carnaval de Salvador. A “passarela do apartheid!” e a “passarela dos comerciantes” estão causando uma grande repercussão entre os soteropolitanos.
“É uma passarela construída pelos camarotes, não tem qualquer participação de dinheiro público, quem licencia é a Secretaria de Desenvolvimento Urbano, a Sedur. Desde o ano passado que foi instalada e gerou muito debate. Ela permite que as pessoas que vão acessar o camarote, elas possam acessar pelo Morro Ipiranga”, explicou o secretário sobre a “passarela do apartheid”.
“Em meu ponto de vista ela não atrapalha em nada a circulação do Carnaval, desde que atendidas todas as condicionantes ambientais exigidas pelo município, eu acho que ela não traz nenhum prejuízo, e questiono até indo um pouco mais porque do apartheid”, comentou
“Eu quero destacar que somente ali no circuito do carnaval, entre o farol até Ondina, nós temos 3.000 ambulantes trabalhando, ali na plataforma cabe em 400. Então é algo realmente necessário, tudo que é novo gera muito debate”, defendeu Decio sobre a passarela dos ambulantes.
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