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Jerônimo comenta articulação com Geddel para eleições de 2026: "fez gesto de quem quer construir"
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Jerônimo comenta articulação com Geddel para eleições de 2026: "fez gesto de quem quer construir"
Petista afirma que reivindicação do MDB é legítima e que composição ainda está em construção

Foto: Taís Leite/Metropress
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou que mantém diálogo com o ex-ministro da Integração Nacional e dirigente do MDB, Geddel Vieira Lima, com o objetivo de fortalecer a chapa majoritária e preservar a unidade da base aliada. As declarações foram dadas em entrevista à Rádio Metropole, nesta quinta-feira (5).
Recentemente em declarações à imprensa, Geddel chegou a afirmar que a sigla não iria abrir mão da vaga de vice-governador na chapa à reeleição do governador.
Segundo Jerônimo, Geddel entrou em contato na noite anterior para reafirmar a disposição de participar da construção política. O governador disse considerar justa a reivindicação do MDB por espaço na composição. “Ele quer construir esse ambiente, participar, e isso é justo. Dentro dessa composição, a gente precisa contemplar a todos”, afirmou, ao pontuar que ainda não houve definição sobre suplências na chapa.
O governador explicou que as conversas avançaram em paralelo à definição envolvendo o PSD. Jerônimo relatou encontros recentes com o senador Otto Alencar e contatos com o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab. Segundo ele, a saída de um senador pode reduzir a força da bancada federal do PSD, o que exige ajustes para preservar representatividade. “Demandas como essas são justas. Vamos trabalhar para que a bancada seja absorvida dentro de uma montagem que ajude os partidos”, disse.
O governador afirmou que pretende manter o MDB fortalecido no governo estadual, lembrando que o partido ocupa atualmente secretarias estratégicas, como as áreas de recursos hídricos, saneamento e administração prisional. Também ressaltou a articulação nacional do MDB, envolvendo lideranças como Geddel.
Para Jerônimo, o objetivo final é montar uma chapa competitiva sem rupturas. “A intenção é botar tudo no xadrez, ver como a chapa se fortalece e como os partidos também se fortalecem. Com a cabeça quente, a gente não resolve as coisas”, concluiu.
Confira a entrevista na íntegra:
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