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“Esse jogo todo é de contenção da China”, diz Bob Fernandes sobre ataques dos EUA a Irã e pressão na Venezuela

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“Esse jogo todo é de contenção da China”, diz Bob Fernandes sobre ataques dos EUA a Irã e pressão na Venezuela

Jornalista afirma que ofensivas atingem fornecedores de petróleo chineses e fazem parte da disputa global por hegemonia

“Esse jogo todo é de contenção da China”, diz Bob Fernandes sobre ataques dos EUA a Irã e pressão na Venezuela

Foto: Metropress

Por: Metro1 no dia 07 de março de 2026 às 08:00

Durante o programa Três Pontos desta quarta-feira (4), o jornalista Bob Fernandes comentou os recentes movimentos geopolíticos envolvendo Estados Unidos, Venezuela e Irã. Segundo ele, as ações estariam ligadas a uma estratégia mais ampla de contenção da influência global da China.

Na análise do jornalista, o fato de dois importantes fornecedores de petróleo para o país asiático estarem no centro das tensões internacionais não seria coincidência. Para ele, o cenário reflete uma disputa maior por poder e influência no sistema internacional.

“Esse jogo todo é um jogo de contenção da China. Essa expansão a tapa é porque a China, com seus 5 mil anos de história, estava avançando sobre a hegemonia global de outra forma”, afirmou.

Bob Fernandes também citou a presença econômica chinesa em diversos países como um dos fatores por trás da reação americana. Segundo ele, a China tem ampliado sua atuação internacional por meio de investimentos em infraestrutura.

“Na Venezuela, está lá há décadas construindo pontes, represas e outros projetos. E os Estados Unidos estão reagindo da forma que sempre reagiram: no tapa, no tiro”, declarou.

Para o jornalista, ainda é cedo para prever qual será a resposta de Pequim diante da escalada de tensões. Ele avaliou que a disputa envolve tanto a tentativa de conter o crescimento chinês quanto a busca por ampliar a presença estratégica no Oriente Médio.

“Vamos ver como será a reação da China. Os pontos de ataque dos Estados Unidos passam pela contenção da China e pela expansão de poder no território do Oriente Médio”, concluiu.