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Nelson Cadena lança obra sobre a imprensa baiana e relembra rixas entre as famílias Requião e Simões Filho
Autor reúne décadas de pesquisa e revela bastidores históricos da comunicação no estado

Foto: Luan Borges/Metropres
O publicitário, pesquisador e escritor Nelson Cadena afirmou que enfrentou dificuldades para publicar o livro “A história da imprensa baiana”, após a Assembleia Legislativa da Bahia decidir não viabilizar a obra por conta do custo. Em entrevista ao Jornal da Bahia no Ar nesta sexta-feira (10), ele contou que, diante da negativa, optou por produzir apenas quatro exemplares em uma gráfica rápida.
Segundo o autor, a publicação reúne décadas de pesquisa e preserva registros raros da comunicação no estado. “É um livro interessante. Foi o primeiro que comecei a escrever e eu já escrevi 18. Esse começou em 1979. Tudo que existiu da imprensa baiana, eu pesquisei. As fotos que tem nesse livro, não existem mais publicações, porque estragaram ou foram descartadas”, afirmou.
Durante a entrevista, Cadena também relembrou episódios marcantes da história da imprensa local, como a rivalidade entre as famílias Requião e Simões Filho. Ele destacou que o embate ganhou as páginas dos jornais com trocas de ofensas públicas entre os grupos. “O Requião sempre foi de brigar. O próprio Altamirando Requião, infelizmente a entrevista dele foi vetada no A Tarde porque ele era inimigo mortal da família Simões Filho”, disse.
O pesquisador relatou ainda que o conflito se intensificou quando um editorial classificou membros da família Requião como “um par de canalhas”, o que gerou resposta imediata. “O Altamirando retrucou no dia seguinte com ‘Um canalha sem par’ e uma foto gigantesca de Simões Filho na primeira página do jornal. Ficou uma inimizade eterna das famílias”, contou.
Confira entrevista na íntegra:
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